Cristãos e muçulmanos se unem para banir o casamento gay na Libéria











Centenas representantes cristãos e muçulmanos, além de organizações da sociedade civil, se reuniram no sábado (10) em Monróvia, na Libéria, para lançar uma campanha para pressionar o governo a proibir o casamento gay.
A campanha lançada pelos religiosos busca reunir 1 milhão de assinaturas para apoiar uma resolução que proíbe atividades de gays e lésbicas no país. De acordo com Jim Tornonlah, líder da campanha, mais de 25 mil assinaturas já foram coletadas até agora.
O Senado da Libéria aprovou recentemente um projeto de lei para fortalecer a legislação contra a homossexualidade, que precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados antes de ser enviada para que seja assinada pela a presidente Ellen Johnson-Sirleaf, que no início deste ano manifestou a sua oposição ao casamento homossexual, dizendo que se eles promoveram um projeto de lei para aprová-lo, ela não iria assinar.
Diante das declarações da presidente, o Departamento de Estado afirmou ser uma ofensa sua postura sobre os direitos de gays. Essa manifestação a fez suavizar seu discurso dizendo que seu governo “garante as liberdades civis do povo”.
Segundo informações do Noticia Cristiana, na manifestação de sábado contra o casamento gay, o representante do Conselho de Igrejas da Libéria, Rodolfo Marsh, criticou a influência de potências estrangeiras no país.
- Há coisas boas na América que podemos copiar, você não precisa copiar o ruim. Vamos deixar os males para os americanos – declarou.
Marsh chamou ainda os cristãos e muçulmanos da Libéria para se unirem “e dizer ao mundo que a Libéria é um lugar para as pessoas civilizadas e não permite o casamento gay”.
Líder muçulmano Sheikh, Omaru Kamara, em nome de sua fé no ato, elogiou a unidade de propósito entre os cristãos e os muçulmanos, que eram contra a homossexualidade.
Por Dan Martins, para o Gospel+

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