Líder muçulmano do Iraque adverte os cristãos: “O Islã ou a morte”







O aiatolá xiita do Iraque, Ahmad Al Baghdadi Al Hassani, alertou a minoria cristã na véspera do Natal “A conversão ao Islã ou a morte”.
Recentemente, em um vídeo, Al Hassani disse que os cristãos são politeístas e amigos dos sionistas. Durante uma entrevista com Al Baghdadia, um canal de televisão egípcio, Al Hassanim defensor da jihad [guerra santa], disse que os cristãos no país tem que escolher“o Islã ou a morte.
“Ao mesmo tempo, disse que suas esposas e filhas poderiam ser legitimamente consideradas como “esposas dos muçulmanos”.
Sendo esta uma maneira indireta de dizer que toda mulher cristã pode ser capturada e estuprada, mesmo sendo casados, porque para os extremistas do Islã, as mulheres estando em cativeiro podem ser estupradas por seus captores.
Al Baghdadi, é um dos mais radicais pró-Jihad Islâmica. Durante seu discurso, Al Hassanim, deixou claro que é uma questão de tempo antes que a minoria cristã no Iraque se converta ao Islã ou será exterminada.
Um estudo realizado por http://www.civitas.org.uk/, um Instituto para o Estudo da Sociedade disse que, embora a perseguição aos cristãos seja um problema em todos os países analisados, concluiu que “a maioria de seus problemas surgem em sociedades de maioria muçulmana”, e advertiu que “no século 21 ouve um aumento constante na luta sofrida pelos cristãos 
Metades de dois terços de todos os cristãos no Oriente Médio foram mortos ou forçados a fugir de suas casas. Uma das quedas mais drásticas no número vem do Iraque. Em 1990, havia entre 1,2 milhões de cristãos e atingiu cerca de 1,4 milhões, mas quando começou a Guerra do Golfo, esse número caiu para 500.000. Agora, há menos de 200 mil cristãos



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