Evangelista David Barton afirma que o jogo “Bioshock Infinite” está ensinando crianças a odiar cristãos






O jogo “Bioshock Infinite”, que lançado em fevereiro pela Irrational Games, tem causado polêmica devida às afirmações do evangelista norte americano David Barton. Apesar de o jogo estar recebendo elogios e da expectativa dos produtores para vender mais de 4 milhões de cópias este ano, alguns cristãos evangélicos afirmam que o jogo pode incitar o ódio contra cristãos e conservadores nos jovens jogadores.
Durante o programa de rádio WallBuilders Live, Barton criticou o jogo, afirmando que sua temática pode fazer os jovens se voltarem contra os conservadores, e até mesmo contra o cristianismo.
Sem citar diretamente o nome do jogo, o radialista comparou a mensagem supostamente anticristã do jogo com a doutrinação nazista que incitava o ódio contra judeus desde o início da educação dos jovens, segundo o huffingtonpost.
- Eu não sei se você está familiarizado com ele, mas há um novo jogo de vídeo game agora, e neste jogo você tem que atirar nos bandidos. Você deve entrar e matar os bandidos, e os bandidos são cristãos e conservadores – disse Baton a Rick Green, co-apresentador do programa.
- Então, isso é os que as crianças estão sendo ensinadas, (…) este é o tipo de coisa que os nazistas começaram cedo com os jovens para levá-los a odiar os judeus, ensinando-lhes que os judeus eram maus e todas as coisas ruins que os judeus fizeram. E os judeus não tiveram a plataforma política para ser capaz de mudar isso – declarou Barton, ressaltando sua ideia de que o jogo teria uma suposta finalidade de doutrinar os jogadores contra os cristãos.
- E os judeus não tiveram a plataforma política para ser capaz de mudar isso. Agora, os cristãos ainda fazem e se os cristãos não se envolverem [na política], vamos ter problemas – completou.
Noah Dulis, do blog Breitbart, foi mais enfático ao criticar o jogo. Falando diretamente de Bioshock, ele escreveu afirmando que os burocratas da civilização ficcional apresentada pelo jogo são “caricaturas progressistas dos conservadores em sentido amplo, desprovidos de qualquer sutileza, nada mais que monstros feios, cheios de agressão nua e fanatismo violento”.
Por Dan Martins, para o Gospel+

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