Pesquisador diz que heterossexualidade é imposição social; Psicóloga Marisa Lobo rebate: “Ditadura gay quer nos transformar em anormais”; Leia na íntegra






A heterossexualidade agora é apontada por pesquisadores como um comportamento imposto pela sociedade, e que a condição mais espontânea seria a bissexualidade.
É essa a impressão do professor Richard Miskolci, do departamento de Sociologia da Universidade Federal de São Carlos(UFSCAR), que declarou ao Bol que a sociedade influencia de maneira intensa para que as pessoas se definam como heterossexuais.
“Todos têm essa possibilidade de se relacionar com o mesmo sexo, mas, no processo de socialização, as pessoas podem perdê-la. Desde crianças somos adestrados. Heterossexualidade não é algo natural, hoje sabemos que ela e compulsória”, afirmou Miskolci. “Nas ciências sociais, desde a década de 1960, começaram a surgir estudos que mostram que as pessoas são socialmente treinadas para gostar do sexo oposto. Muitos homens casados ou com noiva e namorada criam perfis buscando relacionamento com outro homem, a maioria em segredo”, complementou.
A psicóloga Marisa Lobo, colunista do Gospel+, entende que a desconstrução da heterossexualidade é uma bandeira da “ditadura gay” e que a proposta é que a sociedade olhe para casais heterossexuais como anormais.
“Acredite isso já é um fato entre os militantes que encontram sempre voz na psicologia pós-moderna”, contextualiza Lobo.
A psicóloga observa ainda que existem muitas ações direcionadas a fim de tornar a prática homossexual como um comportamento mais aceito que a heterossexualidade.
“Estamos sendo pressionados por uma militância ideológica política de gênero (gay) com ajuda da mídia e de políticos que querem apenas voto, criando resoluções, cerceando direito constitucional do cidadão, criando conflito ético com a constituição, para em nome de acabar com um preconceito desconstruir a família tradicional e a heterossexualidade como inata, natural do ser humano”, escreveu Marisa Lobo em seu artigo “Ditadura gay quer transformar a heterossexualidade em anormal”.
Segundo Marisa Lobo, a velocidade com que as transformações sociais tem ocorrido mostram que as igrejas evangélicas não tem marcado posição sobre sua visão de mundo. “Muitos pastores ausentes, fechados em seus problemas internos de suas igrejas, dizendo: ‘Estamos orando’; ‘Deus proverá’; ‘É mister que isso ocorra’… Quando chamamos atenção para a perseguição que está acontecendo no mundo das ideias, estes, tem seus discursos alienados prontos! Transformaram a força da palavra de Deus em ‘chavões’ e desculpas para a covardia e desinteresse em lutar pelas causas do Evangelho, que estão realmente afetando a Igreja e desconstruindo nosso Deus como criador, como fato e transformando-o em um mito do preconceito”, afirmou.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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