James Hunter, autor de “O monge e o Executivo”, afirma que Jesus é o líder mais admirável que já existiu




O guru empresarial, James Hunter, autor do best-seller “O monge e o Executivo”, que está no Brasil para participar da Bienal do Livro no Rio, concedeu uma entrevista falando de liderança e sobre os exemplos de liderança que o inspiram. Durante a entrevista, concedida ao G1, Hunter falou sobre Jesus Cristo, citando-o como “o líder mais admirável que já existiu”.
- É porque Jesus tem influenciado as pessoas há mais de 2 mil anos – explica o escritor, ao falar sobre sua preferência por Jesus como exemplo de liderança.
Aos 59 anos, ele afirma já ter treinado pessoalmente mais de 2 mil executivos nos últimos 20 anos e defende a ideia de que cargos de chefia devem ser ocupados por pessoas de boa conduta, o que defende de maneira ferrenha em seus 2 livros.
- Em minhas palestras, nunca encontrei ninguém que tenha levantado a mão e dito: ‘Discordo, quero trabalhar com um líder corrupto, arrogante (risos)’ – explica.
Juntas, suas duas obras já venderam mais de 4,2 milhões de cópias. Seu segundo livro, intitulado “Como se tornar um líder servidor”, mostra até mesmo no título sua preferência por Jesus como exemplo de liderança. Ele afirma ainda que existem “líderes natos e líderes que aprendem a cumprir a função”, e seus livros seriam um caminho para tal aprendizado.
- Se você tem a habilidade de mover as pessoas, de levá-las à ação, então você é um bom líder. Mas aprender os princípios é fácil, difícil é aplicá-los – ressalta o guru.
Ele falou ainda sobre a liderança dentro da família, citando sua esposa como um exemplo seguido por ele e conta que seu primeiro livro, “O monge e o executivo”, escrito em 1996, tinha como propósito passar seus princípios à sua filha, que tinha 2 anos de idade na época. Ele ressaltou ainda que a necessidade de “transmitir um legado” tinha relação com um momento difícil pelo qual passava, brincando que “estava atravessando uma crise de meia-idade”.
Sobre os princípios propagados em seus livros, o escritor reconhece não propor nada de novo, mas atribui seu sucesso ao modo, supostamente claro e acessível, com o qual propaga tais ideias.
- Não proponho nada de novo, mas apresento de modo simples – resume.

Por Dan Martins, para o Gospel+

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