No CQC, Mara Maravilha se irrita com críticas à doutrina do dízimo: “É ‘freud’ esse preconceito”; Assista





A cantora gospel Mara Maravilha foi entrevistada pela humorista Dani Calabresa durante o quadro “Sem Saída”, do programa CQC da Band.
A dinâmica do programa consiste em responder perguntas estando conectado a um polígrafo, aparelho que mede alterações fisiológicas e consegue identificar se a resposta do entrevistado foi verdadeira ou falsa.
Questionada por Calabresa sobre ter posado nua, Mara afirmou que foi constrangedor, mas a recompensa financeira foi boa: “Na época foi a nudez mais desejada da TV”, disse a cantora.  “Logo logo você consegue”, acrescentou, referindo-se à humorista Dani Calabresa.
Falando sobre sua vida sentimental, a cantora disse estar só por opção: “Eu to solteira, mas to muito bem. Não é porque ninguém queira me pegar não”.
Sobre a união de homossexuais, Mara Maravilha disse não ter nada contra: “Vamos esclarecer. Eu não tenho absolutamente nada com a escolha de cada um. Agora, com biba eu não teria problema, eu tenho problema com a sapata me cantar, entendeu? Se aparecesse uma mulher, chamada calabresa, e me cantar, eu vou ter problema”, afirmou.
Mara foi questionada se teria defendido o pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) durante as polêmicas com ativistas gays e respondeu enfaticamente: “Não”, e disse ter “vários” amigos homossexuais e inclusive ter um filho adotivo gay.
Sobre o polêmico projeto apelidado de “cura gay”, Mara resolveu ser mais abrangente ao explicar suas convicções: “Eu acredito na escolha de cada um. Por exemplo, eu tava me maquiando, e o maquiador me disse assim: ‘Eu sou, mas quero deixar de ser’. Se ele quer deixar de ser ele pode. Eu acredito que um gay pode virar um homem”. O polígrafo apontou como sendo verdadeiro: “Ela não mentiu nenhuma vez”, comentou Dani Calabresa.
Sobre a máxima que afirma que o fiel que não oferta o dízimo está roubando a Deus, Mara Maravilha demonstrou irritação: “Não sou eu que afirmei. Há quem não acredite na Bíblia. É ‘freud’ esse preconceito. Eu acredito no que está escrito na Bíblia”.

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