Mara Maravilha nega ter apoiado o pastor Marco Feliciano e ataca Daniela Mercury: “Ingrata”





A cantora Mara Maravilha, ex-apresentadora de TV, voltou a falar sobre Daniela Mercury, e chamou a colega baiana de “surtada” e “ingrata”.
Às rusgas com Mercury desde que ela assumiu publicamente um relacionamento homossexual e passou atacar líderes evangélicos contrários à homossexualidade, Mara Maravilha concedeu entrevista ao jornalista Leo Dias, do iG e falou sobre sua visão da cantora de axé.
Léo Dias escreveu em sua coluna que suprimiu da entrevista muitas declarações de Mara Maravilha sobre sua fé: “Tinha medo de que ela transformasse o bate-papo numa evangelização entediante. Admitimos, portanto, que, para deixar o texto mais dinâmico, foram retiradas muitas parte em que Mara fala sobre seu amor a Jesus”.
Questionada se tinha arrependimento de ter feito amizade com alguma pessoa com quem ela conheceu na época em que era apresentadora de TV, Mara Maravilha foi direta: “Sim, tem uma pessoa e não é pelo fato dela ser homossexual, porque isso não define caráter. Minha mãe fez muito pela Daniela Mercury e eu acho ela uma pessoa ingrata”.
Mara explicou que os favores feitos a Daniela Mercury no passado eram profissionais e envolviam espaço na mídia, e disse que a polêmica com a cantora lésbica determinou o rompimento da amizade entre elas: “São muitas histórias. Já tivemos situações em que ela estava no mesmo lugar que eu e para não me cumprimentar fingiu que não me viu. Ela é muito ingrata e surtada geral”, disparou.
Ainda sobre a polêmica da homossexualidade, Mara Maravilha negou que tenha manifestado apoio ao pastor Marco Feliciano (PSC-SP), acusado de homofóbico: “Eu não apoiei ele, não levantei bandeira nenhuma”, disse, antes de ressaltar que a homossexualidade está em todos os lugares: “A igreja é cheia de gente, a escolha é de cada um e nós temos que respeitar o livre arbítrio”.
O colunista Léo Dias perguntou se Mara Maravilha aceitaria ir a uma edição da Parada Gay, e ela respondeu que sim: “Olha, não me desafie não que eu até poderia ir, se fosse pela bandeira do amor e da paz. Como também poderia convidar um gay para a marcha para Jesus.Eu sou um arco-íris”.

Mara Maravilha ainda ressaltou que a vida como cantora gospel é bem-sucedida financeiramente: “Sim, sim, eu tenho uma vida boa. Te asseguro que é mais do que eu preciso [...] Eu continuo tendo tudo. Muitos cantores do segmento gospel têm boa condição, mas o que realmente importa não é quem está cantando, mas o que está sendo cantado. Quem se propõe a levar essa mensagem não pode se vangloriar do que tem”, afirmou.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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