Atitudes diárias de bondade | Estudos Bíblicos












“Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus”. Mateus 5:16
Nos últimos dias da vida de Jesus, ele compartilhou uma refeição com os seus amigos Lázaro, Marta e Maria. Em uma semana ele sentiria a dor do chicote romano, a picada da coroa de espinhos e o ferro do prego do carrasco. Mas nesta noite, ele sentiu o amor de três amigos.
Para Maria, entretanto, oferecer o jantar não era suficiente. “Então Maria pegou um frasco de nardo puro, que era um perfume caro, derramou-o sobre os pés de Jesus e os enxugou com os seus cabelos. E a casa encheu-se com a fragrância do perfume” (João 12:3)…
Judas criticou a atitude como um desperdício. Jesus não. Ele recebeu o gesto como uma demonstração extravagante de amor, uma amiga entregando o seu presente mais precioso. Enquanto Jesus estava pendurado na cruz, nós nos perguntamos, ele sentiu a fragrância na sua pele?
Siga o exemplo de Maria.
Há um idoso na sua comunidade que acabou de perder a esposa. Uma hora do seu tempo significaria o mundo para ele.
Algumas crianças da sua cidade não têm pai. Nenhum pai as leva para o cinema ou para os jogos de basebol. Talvez você possa. Elas não podem retribuir. Elas nem mesmo podem pagar a pipoca ou o refrigerante. Mas elas sorrirão como uma fatia de melão por causa da sua bondade.
Ou quanto a esta? No final do corredor do seu quarto há uma pessoa que tem o mesmo sobrenome que o seu. Surpreenda essa pessoa com bondade. Algo estranho. A sua lição de casa feita sem reclamações. O café servido antes que ele acorde. Uma carta de amor escrita para ela sem um motivo especial. Alabastro derramado, simplesmente porque sim.
Diariamente tome uma atitude pela qual você não possa ser recompensado.
Precioso Salvador, todos os dias nós passamos por pessoas que precisam de uma demonstração do seu amor. Que nós procuremos maneiras de mostrar gestos extravagantes de um amor gracioso e atos estranhos de bondade. Faça de nós pessoas que estabelecem como meta tomar atitudes diárias pelas quais não possamos ser recompensados. Incendeie os nossos corações pelas pessoas que não o conhecem. Consuma-nos com compaixão pelos desesperados e oprimidos. Permita que nós derramemos as nossas vidas em amor… simplesmente porque sim, amém.
Agora que vocês purificaram a sua vida pela obediência à verdade, visando ao amor fraternal e sincero, amem sinceramente uns aos outros e de todo o coração. 1 Pedro 1:22

Autor: Max Lucado
Fonte: Irmãos

DONS DO ESPÍRITO SANTO










Sabedoria, Entendimento, Conselho, Fortaleza, Ciência, Piedade, Temor de Deus. 


SABEDORIA
É o dom de perceber o certo e o errado, o que favorece e o que prejudica o projeto de Deus. Por este dom buscamos não as vantagens deste mundo, mas o Bem Supremo da vida, que nos enche o coração de paz e nos faz felizes. Diz o Senhor: "Feliz o homem que encontrou a sabedoria... Ela é mais valiosa do que as pérolas" (Cf. Pr 3,13-15).

ENTENDIMENTO
É o dom divino que nos ilumina para aceitar as verdades reveladas por Deus. Mesmo não compreendendo o mistério, entendemos que ali está a nossa salvação, porque procede de Deus, que é infalível. O Senhor disse: "Eu lhes darei um coração capaz de me conhecer e de entender que Eu sou o Senhor" (Jr 24,7).

CIÊNCIA
É o dom de saber interpretar e explicar a Palavra de Deus. Por este dom, o Espírito Santo nos revela interiormente o pensamento de Deus sobre nós, pois "os mistérios de Deus ninguém os conhece, a não ser o Espírito Santo" (1 Cor 2,10-15).

CONSELHO
É o dom de saber discernir caminhos e opções, de saber orientar e escutar, de animar a fé e a esperança da comunidade. Mas o Senhor disse-lhe: "Não te deixes impressionar pelo seu belo aspecto, porque eu o rejeitei. O que o homem vê não é o que importa: o homem vê a face, mas o Senhor vê o coração" (1 Sm 16,7).

FORTALEZA
É o dom de resistir às seduções, de ser coerente com o Evangelho, de enfrentar riscos na luta por justiça, de não temer o martírio. São Paulo confiava no dom da fortaleza. Ele disse: "Se Deus está conosco, quem será contra nós?" (Rm 8,31).

PIEDADE
É o dom de estar sempre aberto à vontade de Deus, procurando agir como Jesus agiria e identificando no próximo o rosto de Cristo. É o dom pelo qual o Espírito Santo nos dá o gosto de amar e servir a Deus com alegria. "O Reino de Deus não consiste em comida e bebida, mas é justiça, paz e alegria no Espírito Santo" (Rm 14,17).

TEMOR DE DEUS
Não quer dizer "medo de Deus", mas medo de ofender a Deus. Sendo Ele o nosso melhor amigo, temos o receio de não lhe estarmos retribuindo o amor que lhe é devido. Mais do que temor, é respeito e estima por Deus. "Ouve, ó Israel! O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e com todas as tuas forças" (Dt 6,4-5).

VERSÍCULO DO DIA








Porque o SENHOR dá a sabedoria; da sua boca é que vem o conhecimento e o entendimento.Provérbios 2:6
Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus.1 Coríntios 2:12






Professora de religião é suspensa por incentivar, em sala de aula, alunos a exagerarem no sexo antes do casamento Publicado por Tiago Chagas












Uma professora de religião na cidade de Oldham, na Inglaterra, foi suspensa de suas atividades por cinco anos devido à sua didática pouco ortodoxa.
Catherine Reynolds, 27 anos, casada e mãe de uma menina, deveria, segundo a programação das matérias, falar sobre o cristianismo, difundir os valores cristãos e esclarecer os princípios básicos das demais religiões.
Entretanto, durante suas aulas, Catherine sugeria aos alunos que praticassem bastante sexo, com várias pessoas, antes de optarem pelo casamento. Há relatos de que a professora teria compartilhado uma experiência que teve numa viagem à Amsterdã, na Holanda, quando assistiu um “espetáculo” de zoofilia, entre uma mulher e um cavalo, além de se submeter a uma massagem erótica.
Segundo informações do Daily Mail, Catherine também falava sobre a prática de sexo com pessoas mais velhas, pílula do dia seguinte, exibia filmes eróticos e teria mostrado suas tatuagens nas costas aos alunos.
Conhecida como “boca suja”, Catherine teria proferido palavrões um aluno, além de ter ignorado os protestos dos pais dos alunos, chamando-os de “atrasados”.
Os alunos, porém, aparentemente discordam dos pais, pois a professora possuía boas notas num site voltado à avaliação de professores, onde alunos fazem uma espécie de relatório sobre a postura dos mestres.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+


Em série de sermões sobre o Apocalipse, pastor fala sobre a marca da besta e o anticristo: “A vil personificação do pecado e rebelião” Publicado por Tiago Chaga









Numa série de mensagens sobre o apocalipse, o pastor Greg Laurie, da megaigreja Colheita, em Riverside, Califórnia, afirmou que “nós nunca estivemos tão perto do fim do mundo como agora”.
Ele destaca que as profecias relatadas no livro não se tratam apenas do fim, mas principalmente do início de uma nova fase: “No entanto, é importante saber que a Bíblia também fala sobre um novo começo em que não haverá perversão, terrorismo, guerra ou fome… Não haverá problema de qualquer espécie. Como Isaías 11:9 diz, o conhecimento do Senhor encherá a terra. Mas irá piorar antes de melhorar”.
Citando o conteúdo de Apocalipse 13:15-18, o pastor afirmou em seu sermão que “se você buscar o número 666 no Google, você vai receber 543 milhões de resultados”, e que as muitas interpretações sobre o que esse texto significa são normais: “Provavelmente, você vai encontrar 543 milhões de ideias sobre o que ele realmente significa. Eu não acho que qualquer um possa responder isso com certeza absoluta, mas isso é tudo que sei: o anticristo vai introduzir uma sociedade sem dinheiro. O final deste jogo é fazer as pessoas envolverem-se em adoração ao diabo”.
Segundo Laurie, a profecia do livro é das mais marcantes e seu conteúdo é provado diariamente na contemporaneidade: “O fato de que as palavras do Apocalipse 13 foram escritas na era de madeira, pedras, espadas e espírito, faz desta profecia uma das poderosas provas da natureza inspiradora e confiável da palavra de Deus que alguém pudesse ter imaginado. Quem poderia prever um sistema de um mundo econômico que controla todo o comércio, senão Deus?”, questiona o pastor.
Segundo ele, as ações implantadas pelo anticristo serão a tônica de seu governo: “A política econômica do anticristo será muito simples. ‘Pegue a minha marca e me adore, ou morra de fome’. Sem marca, sem mercadoria, sem selo, sem venda”, sugere o pastor, que ressaltou no sermão que “a capacidade técnica de executar isso existe”, de acordo com o Christian Post.
Sobre o anticristo, o pastor tem uma postura incomum a respeito do tema. Para ele, tudo que é bem-sucedido, é copiado. “Satanás é o imitador final”, introduziu. “Ele tem essa imitação barata de todas as coisas que são verdadeiras. Temos verdadeiros cristãos, e satanás tem pessoas que fingem ser crentes, mas eles não são. Da mesma forma, temos verdadeiros milagres, e satanás tem imitações falsas de milagres”.
O conceito de imitação serve para explicar a ideia de Greg Laurie em torno do anticristo: “Deus tem o Seu filho. Seu nome é Jesus e um dia, satanás terá seu filho, não exatamente na forma como o filho de Deus veio, porque Jesus é Deus encarnado. Mas de certa forma, satanás terá sua versão, sua imitação de Jesus… Nós temos Jesus Cristo, e satanás terá o anticristo”.
Para o pastor Greg Laurie, o anticristo será a “vil personificação da história do pecado e rebelião”, mas não terá aparência sombria: “Não vai estar vestido de preto, de cima para baixo ou ostentar uma marca visível de 666, disse ele. Pelo contrário, o anticristo será suave, inteligente, envolvente e carismático. Ele vai fazer o que nenhum outro homem foi capaz de fazer. Haverá paz global. Ele vai resolver o quebra-cabeça de paz no Médio Oriente. Ele irá livrar o mundo do terrorismo, e será saudado como o maior pacificador. Mas por trás isso vai ser um super-homem satânico, o homem mais mal que já andou na terra”.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Projeto de Lei garante direito de líderes religiosos ensinarem que homossexualismo é pecado Por Dan Martins






Uma possível aprovação do Projeto de Lei PLC 122/06, que tramita no Senado, e tem como tema central a criminalização da homofobia levanta a possibilidade, segundo alguns líderes políticos e religiosos, de que a simples manifestação de opinião contra a homossexualidade pode vir a ser interpretada como crime. Essa possibilidade teria impacto principalmente no meio das igrejas, que trazem em seus dogmas o ensinamento de que tal prática constitui pecado.

A Câmara analisa o Projeto de Lei 4500/12, do ex-deputado Professor Victório Galli (PMDB-MT), que teria como objetivo impedir que religiosos sejam presos por causa de sua crença, ao propor uma garantia à liberdade de expressão religiosa em questões envolvendo a sexualidade.
De acordo com a Agência Câmara, Victório Galli afirma que o objetivo da medida é assegurar o direito constitucional de livre manifestação do pensamento. Segundo ele, se o PLC 122/06 for aprovado, o líder religioso que ensinar que o homossexualismo é pecado correrá o risco de ser preso.
- O cerceamento da liberdade de expressão durante a realização dos cultos representaria interferência indevida do poder público na atividade das igrejas, impedindo o pleno funcionamento dessas cerimônias e rituais religiosos, em ostensiva violação do mandamento constitucional – explica Victório Galli.
O PLC 122/06 atualmente está em análise na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado, e o senador petista Paulo Paim (RS) prometeu que a proposta será aprovada ainda no ano de 2013.
- Vou trabalhar muito por esse projeto. 2013 vai ser o ano da aprovação do PLC 122 – declarou Paim, à Agência Senado.
O senador criticou ainda influência de líderes religiosos no andamento do projeto, e disse que “no Brasil, criou-se uma falsa polêmica entre liberdade de orientação sexual e liberdade religiosa”, o que, de acordo com ele “não tem fundamento e não interessa a ninguém”.
Por Dan Martins, para o Gospel+

Pastor Saeed Abedini, preso no Irã sob acusação de comprometer a segurança do país, estaria desaparecido Publicado por Tiago Chagas em 25 de janeiro de 2013







O pastor iraniano Saeed Abedini, preso em seu país de origem sob acusação de comprometer a segurança nacional estaria desaparecido, segundo informações do porta-voz do Centro Americano para Lei e Justiça (CALJ), Gene Kapp.
Abedini, que possui cidadania norte-americana, teria sido transferido do presídio onde estava para um local onde seria tratado: “O juiz do caso disse ao advogado do pastor Saeed, que ele iria transferi-lo para outra ala na Prisão de Evin para receber melhores cuidados médicos”, disse Kapp.
Entretanto, a família de Abedini não foi informada da transferência, e não pode confirmar o paradeiro do pastor, conforme informou o WND.
Antes da transferência, o pastor e seu advogado foram excluídos da sessão de julgamento de seu caso: “O Pastor Saeed e seu advogado foram excluídos da sessão de hoje. Não foi autorizado a assistir seu próprio julgamento. Foi-nos dito que o tribunal convocou outros pastores para depor hoje. Nós ainda não sabemos o que foi dito no tribunal, mas sabemos que o governo iraniano usa frequentemente ameaças e intimidações para obter o testemunho que ele quer”, afirmou Jordan Sekulow, presidente do CALJ.
Saeed, que conquistou cidadania norte-americana ao se casar com Naghmeh Abedini, se converteu ao cristianismo em 2000 e desde então, tem desenvolvido um trabalho de auxílio às igrejas cristãs no Irã, com viagens de entre seu país e os Estados Unidos.
Numa carta enviada à sua esposa, o pastor diz que tem passado por situações extremas na prisão, mas que isso o tem aproximado de Deus.
“Em um dia, há dor severa dos espancamentos durante o interrogatório, no dia seguinte são bons e me oferecem doces. Deus sempre quis me tornar um homem d’Ele. Eu não sabia que para se tornar um homem de Deus precisava ser como o aço sob pressão. É um processo difícil, porque a produção de aço deve passar do frio para o quente. E isso só faz de você um homem de aço à expansão do Seu Reino”, escreveu o pastor, de acordo com informações do Noticia Cristiana.
Para Jordan Sekulow, as acusações contra o pastor maquiam a real razão de seu julgamento: “O pastor americano está em julgamento no Irã por causa de sua fé cristã. É simples assim”.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+







“Como escolher uma igreja?”: pastor afirma que escolha deve ser feita com “o foco em Deus”. Leia na íntegra Publicado por Tiago Chagas em 25 de janeiro de 2013






Sob o contexto do crescimento evangélico no Brasil e do surgimento das mais diversas linhas doutrinárias, o pastor Júlio Fonseca, da Igreja de Deus, em Goiás, publicou um artigo intitulado “Como escolher uma igreja evangélica para congregar?”.
Em seu artigo, Fonseca protesta contra os ditados que supostamente refletiriam a realidade de todos os evangélicos no Brasil, e afirma que é um erro achar que todos são iguais: “O Brasil é grande demais: O povo cristão convive a centenas de ministérios diferentes, que vão de pequenas a grandes diferenças. Então não tem como colocar todos num mesmo cesto e dizer eis aqui os evangélicos do Brasil”, pontua.
O pastor entende que é necessário cuidado para escolher uma congregação: “Não basta dizer que é evangélica. Você precisa saber sobre o estatuto da igreja. Algumas igrejas não deveriam ser consideradas evangélicas, pois no seu estatuto, diz que há um dono da igreja, ou seja, todo patrimônio de uma igreja na verdade é incorporado ao seu proprietário”.
O segundo ponto levantado por Fonseca refere-se à mensagem pregada pela igreja, que deve ser cristocêntrica: “O foco da Igreja deve ser Deus, e Jesus é o caminho. Igreja que prega bênçãos pessoais mais do que a graça de Deus, não tem fieis mais contribuintes”.
É necessário, segundo o pastor, observar se os líderes da denominação não estão buscando créditos de milagres que só podem ser operados por Deus: “Homem nenhum nasceu com poder ou privilégios especiais, mais Deus usa quem ele quer, quando ele quer, e da forma que ele escolher. Só ele é o autor do sobrenatural, e o vaso usado por ele deve fazer-se um servo e jamais cobrar qualquer coisa por uma graça”, define Júlio Fonseca.
A escolha por uma congregação deveria ser feita, de acordo com o pastor, a partir de critérios bem específicos: “O princípio da fé deve ser sempre utilizado para escolher uma igreja”, delimita Fonseca, que expõe seu critério pessoal: “Para mim a melhor igreja é aquela que você se identifica em relação a usos e costumes, consegue se expressar em seu meio, e que acredita no Pastor que dirige o trabalho evangelístico”.
Confira abaixo a íntegra do artigo “Como escolher uma igreja evangélica para congregar?”, do pastor Júlio Fonseca:
Há um crescimento significativo no número de fieis no meio evangélico, e esse aumento traz junto uma notoriedade nunca antes vista sobre os cristãos em nossos pais, “enquanto éramos uma maioria de católicos estava tudo na santa paz”. Mais com o despertar do protestantismo, surge uma gama enorme de problemas no meio evangélico.
Não é de hoje que temos que lidar com a acusação de que “pastor só está interessado no dinheiro dos fiéis”. “Esses crentes fazem lavagem cerebral no povo”. “A teologia da prosperidade é a nova onda de evangelismo”. Em 1º lugar eu devo dizer que não se deve julgar todo o povo evangélico por causa de Pastores televisivos. Em 2º Lugar dizer: Eles não representam a essência do Cristianismo. Em 3º Lugar, sou Pastor mais não comum a mesma sede por dinheiro, estatos e poder de tais Pastores. 4º Embora esse evangelismo esteja na mídia ela não é a única forma de evangelismo.
O Brasil é grande demais: O povo cristão convive a centenas de ministérios diferentes, que vão de pequenas a grandes diferenças. Então não tem como colocar todos num mesmo cesto e dizer eis aqui os evangélicos do Brasil. Independente de qual seja a congregação o fiel tem sempre ou quase sempre o mesmo foco. Servir a Deus, e Jesus Cristo é o caminho que conduz a Cristo. Mais devido a tantas congregações eu terei aqui a ousadia de abrir os olhos daqueles que desejam servir a Cristo e somente a ele. Então vamos ao Título da matéria. Como escolher uma igreja evangélica para congregar?
Não basta dizer que é evangélica. Você precisa saber sobre o estatuto da igreja. Algumas igrejas não deveriam ser consideradas evangélicas, pois no seu estatuto, diz que há um dono da igreja, ou seja, todo patrimônio de uma igreja na verdade é incorporado ao seu proprietário. Ou seja, todas as suas ofertas e dízimos pertencem ao homem e não ao corpo de cristo. Se no estatuto rege a cláusula dizendo que no caso da dissolução da igreja, todos os bens passam a pertencer ao fulando de tal. Então sai desta igreja, pois igreja descente tem seu patrimônio doado em caso de dissolução.
O foco da Igreja deve ser Deus, e Jesus é o caminho. Igreja que prega bênçãos pessoais mais do que a graça de Deus, não tem fieis mais contribuintes.
Igreja que fala mais do capeta do que de Deus, diz fazer milagres mais não dá a Deus à autoria do mesmo, mais usurpa a gloria de Deus dizendo, veja este homem tem poder. Isso é anátema, saia fora. Homem nenhum nasceu com poder ou privilégios especiais, mais Deus usa quem ele quer, quando ele quer, e da forma que ele escolher. Só ele é o autor do sobrenatural, e o vaso usado por ele deve fazer-se um servo e jamais cobrar qualquer coisa por uma graça.
Pastores chorões que pedem dinheiro sem parar, pastores que fazem do púlpito um palco para suas apresentações mirabolantes, Pastores teatrais, Pastores que não tem uma vida de santidade, esse tipo de pessoas não podem representar a essência do evangelho de Cristo por isso sai fora desta igreja.
Igrejas do Oba Oba, ou seja, são legalista demais ou rigorosas ao extremos, não representam a essência do Cristianismo. Veja estes dois versículos: (Mateus 5:28) -  Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela. (as igrejas legalistas são liberais demais e Jesus corrige e disciplina). (João 8:36) -  Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. (as igrejas tidas como rigorosas ao extremo não dão liberdade de escolha para seus membros, Pastores se tornam ditadores, e Jesus nos libertou não para sermos escravos da religião, mais para segui-lo de coração).
Não julgue a igreja pelo líder da igreja. A igreja é mais do que um homem, você pode até se assustar com o que vou dizer, mais há igrejas cujo líder maior do ministério prega a teoria da prosperidade, porém algumas das igrejas desse ministério simplesmente pregam o desprendimento material, ou seja, eles andam na contramão da liderança, mais as igrejas têm suas particularidades. Por isso mais uma vez digo: não dá para rotular a igreja antes de conhecer a fundo seu funcionamento. Então a questão não é simplesmente o ministério mais escolher uma igreja em particular.
O princípio da fé deve ser sempre utilizado para escolher uma igreja, para mim a melhor igreja é aquela que você se identifica em relação a usos e costumes, consegue se expressar em seu meio, e que acredita no Pastor que dirige o trabalho evangelístico. Então use sua fé e ore pedindo a Deus que te revele em qual igreja você deve membrar.
Experimente antes de se envolver, ou seja, antes de congregar você deve visitar e participar dos cultos durante um período, depois você deve assumir sua posição de membro e realizar sua membresia, às vezes você muda de uma igreja para outra e pensa que todas as igrejas daquele ministério são iguais, mais no convívio você vê que tem igrejas de outros ministérios mais parecidas com sua igreja antiga do que a do seu próprio ministério lembre-se você serve a Deus e não a ministério.
Para se tornar membro é necessário ser submisso a doutrina do ministério e da igreja, então procure saber se você consegue se adequar as normas preestabelecidas, lembre-se a rebeldia é pecado, então é você quem deve se moldar a igreja e não a igreja que deve se moldar a você.
Dízimo é obrigação, oferta é voluntária que você dá quando puder, como quiser e se assim desejar, igreja que constrange membro a dar ofertas, ou contribuir além do dízimo é anátema , saia fora essa igreja é na verdade um caça níquel de cristão.
Que Deus te abençoe e te dê discernimento para escolher.
Em Cristo.
Pastor Júlio Fonseca
Igreja de Deus em Anhanguera/Go

 Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Associação de juristas evangélicos publica nota a respeito da reportagem da Forbes sobre pastores mais ricos do Brasil: “Dever ético descumprido”. Leia na íntegra Publicado por Tiago Chagas em 25 de janeiro de 2013










Em virtude da publicação da revista Forbes, que elencou os cinco pastores mais ricos do Brasil numa matéria publicada recentemente, a Associação Nacional dos Juristas Evangélicos (Anajure), publicou nota pública a respeito do caso.
O documento afirma que a preocupação da Anajure era relativa a uma “postura pejorativa” e também a uma eventual “violação dos sigilos bancário e fiscal dos referidos pastores”.
Porém, mediante a publicação de uma atualização feita pela revista na matéria original, explicando que os dados haviam sido obtidos a partir de informações colhidas na imprensa nacional e internacional, e não com a colheita de dados diretamente no Ministério Público ou Receita Federal, a Anajure entendeu que nenhuma irregularidade havia sido cometida.
A nota pública ressalta que as alterações feitas na publicação no site da revista Forbes não foram conduzidas de maneira correta: “A suma de tudo isso é que a Revista Forbes alterou sorrateiramente o texto inicial em vez de, de modo público e notório, assumir seu erro e a inconsistência de sua reportagem no tocante às fontes citadas. No mínimo, um dever ético foi descumprido”.
A Anajure pontuou que a liberdade de imprensa deve ser “irrestrita [...] mas sempre de acordo com a responsabilidade a ela inerente”.
A nota encerra lembrando que não abordou o assunto sob a perspectiva teológica, mas sim, de maneira a observar os direitos civis a partir da perspectiva cristã: “Para nós, isso não é uma questão de teologia, mas de juridicidade ou antijuridicidade de uma conduta, no caso, a da Revista. Quanto ao mais, a própria igreja evangélica, neste momento de crise em que vive, já tem os líderes com pertinência e autoridade suficientes para fazer as devidas correções teológicas. Não é esse o papel da ANAJURE. Mas, seja qual for a teologia adotada, não se pode mitigar ou ferir as liberdades civis fundamentais dos evangélicos e dos seus líderes”.
Confira abaixo, a íntegra da Nota Pública divulgada pela Anajure, e assinada por Uziel Santana:
Conforme amplamente divulgado pela imprensa, demonstramos, em nota pública anterior (18/01), nossa cautela e preocupação com a reportagem da Revista Forbes, intitulada “The Richest Pastors In Brazil” (17/01), na qual se apontava os pastores mais ricos do país. Nossa preocupação inicial tinha em vista o fato da possível violação dos sigilos fiscal e bancário dos envolvidos. Certamente, se assim o fosse, um ato atentatório às liberdades civis fundamentais.
Do mesmo modo, demonstramos nossa preocupação com uma possível tendência e postura discriminatória e pejorativa aos líderes evangélicos em geral por parte da referida revista. Ressaltamos, também, que, em nenhum momento, estávamos focando na questão teológica ou eclesiástica que envolve a reportagem e os fatos analisados nela. Até mesmo porque, no mérito, pessoalmente, não compactuo com a chamada Teologia da Prosperidade, ainda que esta não seja uma questão fechada ou mesmo prioritária da ANAJURE. Apenas – como uma instituição que luta pela defesa das liberdades civis fundamentais de todos os cidadãos, mesmo os colocados em suspeita –, posicionamo-nos contra uma possível capitis deminutio de direitos humanos fundamentais. Neste sentido, afirmamos, peremptoriamente, que a violação dos sigilos bancário e fiscal dos referidos pastores, seria, num Estado Democrático de Direito, tão grave quanto as acusações que lhes foram imputadas.
Pois bem. Valemo-nos agora da presente nota para informar que, depois da repercussão negativa da possível violação de sigilos fiscal e bancário, como alertamos, a Revista Forbes alterou o conteúdo da aludida reportagem na qual, em princípio, afirmava-se que eles haviam obtido informações primárias do Ministério Público e da Polícia Federal.
Na versão em inglês do dia 17, como nota de rodapé, a reportagem, depois de apresentar os dados do ranking dos pastores mais ricos do Brasil, justificando suas fontes, assim dizia:
“Estimates for net worths were based on numbers reported by Brazil’s Public Ministry of the Union and Federal Police, as well as estimates of the value of each pastor’s private holdings, as reported by Brazilian media, including magazines Veja, Exame, IstoÉ, IstoÉ Dinheiro and newspapers Folha de S. Paulo, O Globo and O Estado de S. Paulo.” (acesse aqui o printscreen)
Em tradução livre:
“As estimativas para os patrimônios líquidos foram baseadas em números declarados pelo Ministério Público da União do Brasil e pela Polícia Federal, bem como em estimativas do valor das rendas privadas de cada pastor, tal como relatadas pela mídia brasileira, incluindo as revistas Veja, Exame, IstoÉ, IstoÉ Dinheiro e os jornais Folha de S. Paulo, O Globo e O Estado de S. Paulo.”
Exatamente assim também estava na versão oficial em português:
“Novo ranking FORBES traz as fortunas dos cinco pastores mais ricos do Brasil. A lista foi estimada segundo dados do Ministério Público e da Polícia Federal, assim como em reportagens publicadas na imprensa nacional.” (acesse aqui o printscreen)
Da forma como estava originariamente nas versões em inglês e portugues da matéria, quedou claro que a Revista Forbes estava usando dados do Ministério Público e Polícia Federal, como se esses lhe tivessem passado diretamente, o que, em tese, ensejaria e tipificaria condutas de natureza criminosa, como expressamos na nossa primeira nota.
Mas, no dia 23, fomos informados por um dos diretores da ANAJURE, o Dr. Antonio Carlos Júnior (o qual havia sido designado por nós para acompanhar o caso, sendo autor, inclusive, neste sentido, do artigo “O sigilo fiscal como direito fundamental“), que a referida reportagem da Revista Forbes havia sido ALTERADA, sem que se o fizesse pública e notoriamente, RETIFICANDO que, realmente, eles não tiveram acesso direto a relatórios do Ministério Público e da Polícia Federal, mas TÃO-SOMENTE ao que foi publicado na imprensa nacional brasileira. Ou seja: não houve consulta e recebimento de documentos da fonte primária – os próprios órgãos públicos citados – mas sim consulta a documentos de fontes secundárias, no caso, todas elas, órgãos da imprensa nacional, e, mesmo assim, apenas no caso dos pastores que já foram investigados pelo Ministério Público ou Polícia Federal (metade dos citados).
Vejam o texto já ALTERADO na nova versão em inglês:
“Estimates for net worths were based on numbers by Brazil’s Public Ministry of the Union and Federal Police (for those who have been investigated by such organs), as reported by the Brazilian media, as well as estimates of the value of each pastor’s private holdings that appeared in major publications, including magazines Veja, Exame, IstoÉ, IstoÉ Dinheiro and newspapers Folha de S. Paulo, O Globo and O Estado de S. Paulo.” (acesse aqui o printscreen)
Em tradução livre: “As estimativas para os patrimônios líquidos foram baseadas em números do Ministério Público da União do Brasil e da Polícia Federal (para aqueles que tenham sido investigados por tais órgãos), como relatado pela mídia brasileira, bem como em estimativas do valor das rendas privadas de cada pastor que apareceram em grandes publicações, incluindo as revisas Veja, Exame, IstoÉ, IstoÉ Dinheiro e os jornais Folha de S. Paulo, O Globo e O Estado de S. Paulo”.
Na versão em português, o texto permanece como publicado originalmente, apontando que “A lista foi estimada segundo dados do Ministério Público e da Polícia Federal…” o que comprova, ainda mais, alguma — mesmo que pontual — incoerência e inconsistência na reportagem da Forbes.
Usando o princípio jurídico do contraditório e da ampla defesa, entramos em contato, via Assessoria de Imprensa, com o articulista da Forbes, Anderson Antunes, autor da reportagem, que gentil e prontamente nos atendeu e confirmou a alteração: “a alteração no rodapé do texto foi feita especificamente para que isto ficasse esclarecido“. Para justificar sua metodologia e esclarecer que não usou dados protegidos por sigilo bancário e fiscal obtidos diretamente dos órgãos públicos citados, asseverou-nos que: “evidentemente, estes dados foram publicados pela imprensa brasileira e até mesmo estrangeira, e foi dessa forma que tivemos acesso a eles. O modelo básico de estimativas de patrimônio pessoal utilizado pela Forbes inclui a pesquisa de informação oficial previamente publicada, além de estimativa de valores de holdings empresariais e, por fim, a checagem de tais informações.” [grifos nossos]. Sobre o cálculo e a metodologia empregada pela revista para chegar aos valores da reportagem, não temos como aferir a exatidão ou não das informações, porque não tivemos acesso a tais dados. O que se sabe é que historicamente a Revista Forbes sempre teve know-how e credibilidade para isso. Mas quanto às fontes, fica evidenciado o erro inicial da reportagem e a necessidade de correção pública, o que não foi feito. Certamente, o Ministério Público, a Polícia Federal e, especialmente, os pastores interessados, assim como os leitores da revista, mereciam, ao menos, um pedido formal de desculpas. Para mim, parece-me que restou provado que talvez a Revista tenha feito tal afirmação sobre as fontes com o fito de buscar credibilidade para sua reportagem.
A suma de tudo isso é que a Revista Forbes alterou sorrateiramente o texto inicial em vez de, de modo público e notório, assumir seu erro e a inconsistência de sua reportagem no tocante às fontes citadas. No mínimo, um dever ético foi descumprido.
A ANAJURE lamenta o episódio e reafirma que continuará lutando pela defesa das liberdades civis fundamentais no Brasil, em especial, dos cristãos. Lembramos, ainda, que somos partidários, promotores e defensores da ampla e irrestrita liberdade de imprensa, mas sempre de acordo com a responsabilidade a ela inerente.
Por fim, ainda quanto ao conteúdo da reportagem da revista e à postura teológica dos pastores citados, reafirmamos, peremptoriamente, o que já assentimos:
“Para nós, isso não é uma questão de teologia, mas de juridicidade ou antijuridicidade de uma conduta, no caso, a da Revista. Quanto ao mais, a própria igreja evangélica, neste momento de crise em que vive, já tem os líderes com pertinência e autoridade suficientes para fazer as devidas correções teológicas. Não é esse o papel da ANAJURE. Mas, seja qual for a teologia adotada, não se pode mitigar ou ferir as liberdades civis fundamentais dos evangélicos e dos seus líderes“.
É para isso que aqui estamos.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Follow by Email

DIAS DO BLOG ON LINE.