Igreja Universal promove abaixo-assinado para cobrar do governo federal ações contra a seca








A Igreja Universal do Reino de Deus se aliou à campanha SOS Seca Paraíba e está promovendo um abaixo-assinado para cobrar ações do governo federal na ajuda às famílias prejudicadas pela falta de chuva.
O objetivo da campanha é arrecadar 40 mil assinaturas e levar a petição pública por ações de combate à seca imediatas e de longo prazo, como projetos de irrigação, do governo federal.
“Nós já recolhemos mais de 34 mil assinaturas, a maioria em João Pessoa e Campina Grande. Pretendemos concluir este trabalho até o final desta semana e é importante que toda a sociedade esteja envolvida, pois esta não é uma ação política direcionada e sim uma ação humanitária”, destacou o pastor e deputado estadual Jutay Meneses (PRB).
A mobilização entre a campanha SOS Seca Paraíba e a IURD foi intermediada pela Assembleia Legislativa do estado, que vem desenvolvendo algumas ações no mesmo sentido.
De acordo com informações do site PB Agora, além dos membros da Universal, diversas representações da sociedade civil organizada e da comunidade acadêmica vem aderindo à campanha.
Para ler ou assinar a versão online do abaixo-assinado promovido pela campanha SOS Seca Paraíba em conjunto com a Igreja Universal do Reino de Deus, acesse este link.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Possível influência de um “lobby gay” teria sido um dos principais motivos da renúncia de Bento XVI, diz jornal










Dias após o anúncio do Papa Bento XVI de que abandonará sua função no próximo dia 28 de fevereiro, a repercussão do tema força o surgimento de informações de bastidores que ajudariam a formar o quadro que levou o pontífice a renunciar ao seu sacerdócio.
O jornal italiano La Repubblica relatou que um dossiê com quase trezentas páginas sobre o escândalo do vazamento de documentos do Vaticano, redigido por um trio de investigadores nomeados pelo próprio Bento XVI foi a gota d’água para que a decisão de deixar o cargo fosse tomada.
Os investigadores são os cardeais Julián Herranz, espanhol; o italiano Salvatore De Giorgi e o eslovaco Josef Tomko. Boa parte das informações conseguidas pelo trio foram oriundas de uma investigação iniciada em 2010 por suspeita de corrupção, e que acabou revelando uma rede de prostituição de jovens seminaristas do Vaticano.
A prévia dossiê teria sido entregue a Bento XVI no dia 9 de outubro de 2012, e nessa ocasião, a palavra homossexualidade teria sido dita pela primeira vez de forma livre, alta e clara nos aposentos do Papa, que teria reagido estupefato: “Este documento será entregue ao próximo Papa, que deverá ser bastante forte, jovem e santo para poder enfrentar o trabalho que o espera”. Em 17 de dezembro, com o dossiê completo sobre a mesa, Bento XVI teria tomado a decisão de renunciar.
Há a suspeita de que exista, dentro do Vaticano, uma espécie de “lobby gay”, que atuaria paralelamente à rede de prostituição dentro da sede da Igreja Católica.
Nas investigações iniciadas em 2010, uma escuta telefônica foi implantada contra o presidente do Conselho Nacional Italiano de Obras Públicas, Angelo Balducci. Deste grampo, descobriu-se conversas constantes dele com um membro do coro da Reverenda Capela Musical da Sacrossanta Basílica de São Pedro, identificado como Chinedu Thiomas Eheim, um nigeriano, que seria o agenciador de encontros que aconteceriam numa casa fora de Roma, numa sauna, num centro estético, numa residência universitária na capital italiana, e até no próprio Vaticano.
O jornal La Repubblica diz que esse “lobby gay” formaria “uma rede transversal unida pela orientação sexual”, que envolveria inclusive, membros da Igreja Católica.
Num discurso de 11 de outubro, dois dias após o recebimento do dossiê parcial, Bento XVI teria feito um tipo de desabafo durante um sermão feito para jovens católicos, dizendo ter certeza “de que viria uma nova primavera para a Igreja”, porém a experiência adquirida ao longo dos anos o teria feito aprender “que a fragilidade humana está presente também na Igreja”.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Imigrantes egípcios cristãos são mortos e decapitados nos Estados Unidos










Dois cristãos egípcios coptas foram assassinados e decapitados em Nova Jersey (foto), Estados Unidos. Os coptas são descendentes de um grupo egípcio que abandonou o islamismo e abraçou o cristianismo ainda no século I.
O principal suspeito de cometer os crimes também é egípcio, e foi preso pela polícia após uma tentativa de queimar o carro onde o homicídio teria sido cometido. Yusuf Ibrahim, 28 anos, teria iniciado a briga com uma das vítimas, e durante o desentendimento, teria atirado contra eles, e depois de mortos, arrancado suas mãos e cabeças.
Os corpos foram encontrados numa casa abandonada, e os membros amputados num local próximo: “Foram terríveis assassinatos em que o suspeito atirou nas vítimas à queima-roupa. Nós alegamos que o réu foi frio e calculista na maneira como ele conduziu os assassinatos e a tentativa de impedir a identificação das vítimas cortando suas cabeças e mãos antes de enterrar os corpos. A Polícia do Estado de em Nova Jersey conduziu uma investigação minuciosa, o que nos permitirá fazer justiça às vítimas”, afirmou o procurador responsável pelo caso, num comunicado.
As duas vítimas não possuem parentes nos Estados Unidos, e estavam em Nova Jersey a trabalho, para ajudar os parentes que ficaram no Egito. Segundo informações do Christian Post, eles frequentavam a Igreja Copta Ortodoxa de São Jorge e Shenouda.
Um dos membros da denominação concedeu entrevista à uma emissora de TV local e se mostrou atordoado com o fato: “Foi uma loucura o que aconteceu com esses dois. Será que eles mereciam? Não. Isso nunca era esperado, e é muito triste”, disse.
O pastor da igreja disse que não conhecia os dois de forma íntima, mas sempre os via durante os cultos. O funeral foi realizado pela igreja e providenciou as medidas legais para que os caixões sejam enviados ao Egito.
O suspeito foi indiciado por duplo homicídio e violação de cadáveres, e sua fiança está estipulada em US$ 3,3 milhões. A imprensa cogita que o motivo tenha sido religioso, pois a decapitação é prática comum em alguns países islâmicos.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Fenômenos naturais e renúncia do Papa levam a perguntas sobre o fim do mundo; Pastores falam sobre o tema: “Deus está no controle”












A ocorrência de diversos fatos peculiares, como o meteorito (foto) que caiu na Rússia, ou a renúncia do Papa Bento XVI, suscitou indagações a respeito de um eventual início do fim dos tempos, e motivou dois líderes evangélicos a publicarem artigos sobre as questões levantadas.
“O Papa renuncia. Leis são modificadas às pressas para que o conclave para eleger o novo pontífice aconteça bem antes do previsto. Meteoros rasgam o céu de várias partes do mundo, inclusive do Brasil. Um deles cai na Rússia causando grande estrago e ferindo mais de mil pessoas.  Cientistas anunciam a chegada de uma supertempestade solar que poderá danificar um em cada dez satélites e provocar sérios problemas na comunicação e nas redes elétricas. Poderão ocorrer apagões em todo o mundo. A supertempestade será avisada com apenas meia hora de antecedência.  E para completar o cenário, esta semana cem mil golfinhos foram flagrados migrando da região próxima de San Diego, Califórnia. É comum vê-los em grupos de até 200 indivíduos. Mas nunca se registrou uma migração tão grande. Ainda não se sabe para onde estariam indo. Sabendo que eles são dotados de sensibilidade ímpar, fica a pergunta: o que eles sabem que nós ainda não percebemos? O que estariam avisando? De quê estariam fugindo?”, questiona o bispo anglicano e teólogo Hermes C. Fernandes, num artigo publicado em seu site.
Já o pastor Renato Vargens, da Igreja Cristã da Aliança, entende que o princípio de pânico já é algo comum entre as pessoas: “Pois é, volta e meia nós ouvimos alguém gritar: O fim do mundo chegou! Na verdade, basta um cataclisma acontecer ou uma tragédia vir sobre parte da humanidade que muitos começam a advogar de que o mundo está prestes a acabar”.
Segundo ele, “a preocupação com fim o do mim é coisa antiga”, e fruto de interpretações equivocadas das passagens bíblicas que falam sobre o assunto: “No reveillon de 999 muitos europeus aguardavam o apocalipse. A crença no fim do mundo no ano 1000 vinha de uma interpretação literal de um dos textos bíblicos, o Apocalipse de João. Ali se lê que ‘depois de se consumirem mil anos, Satanás seria solto da prisão’ para ‘seduzir as nações do mundo’”.
Vargens desaconselha que se dê atenção demasiada a especulações sobre o tema, e pontua que a mensagem do Evangelho é a salvação e a missão do cristão é divulgar essa mensagem.
“A Bíblia nos ensina a ficarmos de olho nos sinais que antecedem a volta de Cristo, no entanto, existe uma enorme diferença entre observar o que acontece em nosso planeta e determinar o fim de todas as coisas. Cristo nos chamou a pregar o Evangelho da Salvação Eterna e não nos tornarmos detetives meticulosos tentando descobrir o dia final do planeta [...] Vamos combinar uma coisa? Tem gente que se transformou em caçadores dos códigos esquecidos ou escondidos na Bíblia que apontam o data do fim do mundo. Infelizmente já teve até gente marcando a data da volta de Cristo! Ora, pessoas que agem desta forma correm o sério risco de tornar-se participantes ou disseminadores de heresias”.
O bispo Fernandes segue linha de raciocínio parecida, e sugere que se deva confiar em Deus e em sua sabedoria, a respeito do fim do mundo: “Muitos enxergam nesses eventos sinais que indicam a proximidade do fim dos tempos. Porém, prefiro crer que eles sejam o que Paulo chamou de ‘gemidos da criação’, ‘dores de parto’ de uma criação prenha, prestes a dar à luz a nova terra profetizada nas Escrituras (Rm 8:22). Não há com o que se preocupar em se tratando do futuro da criação. Deus a está conduzindo com Suas habilidosas mãos. Ele mesmo será o obstetra que fará o parto do novo céu e da nova terra, cuja gestação já dura quase dois mil anos, desde que o espírito de Cristo se rendeu na cruz e o seu corpo foi semeado na terra”.
Hermes Fernandes observa que “não há como precisar quando se dará isso” e cogita que o evento possa ocorrer “daqui alguns milhares de anos, ou quem sabe um par de dias”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Nenhum filho sai da vista de Deus






Estudos Bíblicos






Nós ensinamos a Bíblia para os nossos filhos, mas eles deixaram Deus. O que aconteceu? Nós pensávamos que se os instruíssemos na Palavra de Deus, eles não se afastariam dele. Não é isso o que a Bíblia diz?
Ensina a criança no caminho em que deve andar, E, ainda quando for velho, não se desviará dele. (Provérbios 22:6)
Tome cuidado com este versículo. Não o interprete para querer dizer “Se eu colocar os meus filhos no caminho certo, eles nunca o deixarão. Se eu os encher de lições e sermões da Escritura e da Bíblia, eles podem rebelar-se, mas eventualmente retornarão”.
O provérbio não faz tal promessa. A salvação é uma obra de Deus. Pais devotos podem preparar o solo e semear a semente, mas Deus dá o crescimento (1 Coríntios 3:6). As mães e os pais suavizam os corações, mas não podem controlá-los.
Mostrar-lhes o caminho? Sim.
Forçá-los a segui-lo? Não.
Em momentos da minha própria vida eu fiquei nas encruzilhadas do caminho e até mesmo dei alguns passos no caminho errado. Uma coisa sempre me trouxe de volta – aquela bússola interior mostrada a mim pelos meus pais que amavam a Cristo.
Nenhum filho sai da vista de Deus. Um filho pode virar as costas para Deus ou tentar esconder-se da sua vista. Mas sair da vista de Deus? Impossível. Deus está de olho em cada filho dele.
O Espírito Santo seguirá o seu filho em cada estrada secundária, em cada viela escura, em cada beco sem saída e sempre o lembrará do fundamento da fé mostrada a ele – a estrada de volta para casa.
A minha esposa compartilha este versículo com os pais dos pródigos. Este é um bom para você: “‘Quanto a mim, esta é a minha aliança com eles’, diz o Senhor. ‘O meu Espírito que está em você e as minhas palavras que pus em sua boca não se afastarão dela, nem da boca dos seus filhos e dos descendentes deles, desde agora e para sempre’” (Isaías 59:21).
Autor: Max Lucado
Fonte: Irmãos

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