Um domingo abençoado para você.










Bispo Edir Macedo publica vídeo com crítica à realização da Copa do Mundo no Brasil e questiona: “O que é melhor, estádios ou hospitais?”






O bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), publicou em seu blog e em seu canal no Youtube, um vídeo que tem sido compartilhado nas redes sociais, como mais um dos protestos realizados nos últimos dias no Brasil.
No vídeo, um pai comenta a declaração do ex-jogador Ronaldo Nazário a respeito da Copa do Mundo. Durante uma entrevista coletiva, o Fenômeno afirmou que “Copa se faz com estádios, e não com hospitais”.
Aproveitando a declaração do ex-jogador, considerada “infeliz” por muitos internautas, o homem que gravou o vídeo mostra a situação de sua filha, que devido a um erro médico, perdeu a visão, a fala e a mobilidade, e está presa a uma cadeira de rodas.
Em seu desabafo, o homem afirma que além dos danos causados pela falta de estrutura na área da saúde, sua filha ainda corre o risco de perder o benefício do governo devido à lentidão da Justiça em analisar e julgar o processo movido por ele.
No título da publicação, Macedo questiona as prioridades: “O que é melhor: estádios de futebol ou hospitais?”. Essa é a primeira manifestação pública, embora indireta, do líder da IURD à respeito dos protestos sociais e, mais precisamente, sobre a Copa do Mundo, organizada pela FIFA. Macedo é proprietário da TV Record, concorrente da TV Globo e detentora dos direitos de transmissão do evento no Brasil.
Assista ao vídeo:





Novo templo da Assembléia de Deus Vitória em Cristo, do Pastor Silas Malafaia custará R$ 15 milhões e triplicará capacidade do anterior





O novo templo sede da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), presidida pelo pastor Silas Malafaia, vem sendo construído no bairro da Penha, no Rio de Janeiro, a 300 metros da atual sede.
O projeto, pensado para acolher seis mil pessoas, começou a ser executado ainda em 2012 e será entregue no final deste ano, ao custo de R$ 15 milhões, de acordo com informações do jornalista Felipe Patury, da revista Época.
Atualmente, os cultos são celebrados num templo com capacidade para duas mil pessoas, e desde que Malafaia assumiu a presidência da denominação, em 2011, tem investido na fundação de filiais da ADVEC, planejando alcançar todo o Brasil.
O projeto do novo templo sede prevê preparação sob medida para som e vídeo, permitindo gravação e transmissão de cultos para a TV, além de ar-condicionado.
Segundo Patury, Malafaia pretende construir um templo quatro vezes maior a partir de 2017, com capacidade para 25 mil pessoas.
nova sede ad vitoria em cristo


Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Pesquisa revela que jovem brasileiro confia mais em Deus do que no governo






Uma pesquisa feita pelo instituto Data Popular antes do início das manifestações mostra que os jovens brasileiros acreditam que o esforço pessoal influencia mais na busca por uma conquista do que a fé.
Essas são conclusões da pesquisa “O novo poder jovem”, que entrevistou 1.502 jovens. O público pesquisado – jovens entre 18 a 30 anos – representa 42 milhões de eleitores, ou 33% do total.
Entre os participantes da pesquisa, 53% afirmaram confiar que suas conquistas serão fruto de seu esforço pessoal, enquanto que 31% disseram acreditar que Deus pode ajudá-los, seguidos de 11% que confia na ajuda da família e apenas 2% que diz ter esperança que ações do governo facilitem as coisas para subir na vida.
O relatório da pesquisa aponta que 65% dos jovens disseram que é possível melhorar a política brasileira através do voto. Segundo Renato Meirelles, presidente do instituto Data Popular, os jovens tem percebido que muita coisa na vida e na sociedade depende de esforço e responsabilidade: “Há um anseio de assumir para si essa insatisfação, de ser protagonista da própria história, mas fazendo isso por meio das urnas”.
Sobre as diferentes esferas de governo, 75% dos entrevistados disseram não confiar nos parlamentares, e 59% revelaram desconfiança com a Justiça, informou o G1.
“O que estamos vendo nas ruas tem a ver com essa grande crise de representatividade pela qual os jovens brasileiros estão passando. Pelo que vimos na pesquisa, ele têm a sensação de que não estão – ou no caso, não estavam – sendo ouvidos”, avalia Meirelles.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

SEPAL: projetos sociais e missionários beneficiam índios e pescadores em áreas remotas do Brasil







A entidade Servindo aos Pastores e Líderes (SEPAL) possui diversas ações ministeriais e uma delas é voltada para a evangelização de pescadores carentes e índios em regiões dos Estados de São Paulo e Roraima.
Este projeto é tocado pelo missionário Daniel Schimenes, que é dentista e conta com o apoio e suporte da SEPAL para manter o projeto.
Segundo a assessoria de imprensa da SEPAL, “a mobilização evangelística está entre os trabalhos desenvolvidos pela entidade”, que reúne diferentes denominações engajadas com a visão de alcançar as nações.
O projeto tocado em Roraima é uma parceria com a Missão Evangélica da Amazônia (MEVA), e a SEPAL atua em trabalhos sociais com tribos indígenas variadas. “Uma equipe de até quatro componentes, formada exclusivamente por médicos e dentistas, vai até essas tribos para prestar atendimentos de saúde e levar o Evangelho de Jesus Cristo”, diz a nota da entidade.
O grupo é formado por voluntários recrutados pelo missionário Daniel Schimenes, em São Paulo, e geralmente cada grupo fica entre 7 e 15 dias nas tribos. Os índios atendidos pelo projeto, na maioria das vezes, não falam português.
“Nosso objetivo não é mudar a cultura das tribos. Mas é bom ver, por exemplo, que homens indígenas, antes com comportamento agressivo, passaram a tratar melhor as suas mulheres e filhos”, relata Daniel, exemplificando o impacto que o trabalho social exerce nas tribos.
Já em São Paulo, o trabalho missionário é feito com pescadores da cidade de Cananéia, sob coordenação de Schimenes. A região fica no litoral sul paulista, próxima à divisa com o Estado do Paraná.
As ações sociais acontecem há onze anos e atendem a seis vilas de pescadores carentes. “Fazemos trabalhos com crianças, evangelismo pessoal, atendimento médico e dental,  construção de casas e quadras multifuncionais, além de projetos de autossustentabilidade. Também reformamos escolas, visitamos casas e compartilhamos o amor de Deus num lugar muito bonito, porém carente”, diz Shimenes.
“Os recursos são limitados para a realização de nossas ações, mas ainda assim, não nos desanimamos de seguir com nosso trabalho e de transmitir o evangelho de maneira clara”, relata.
Segundo a SEPAL, “desde o início da mobilização, já foram enviadas às vilas de pescadores 72 equipes com mais de 1000 voluntários”. A nota diz ainda que “este trabalho só é possível com a parceria da MEAP que atua no local” e conhece a região de forma ampla.
Conheça mais sobre a SEPAL acessando o site oficial: sepal.org.br.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

#ProtestosBR – Policial agredido durante manifestação diz que clamou a Deus: “Senhor, minha vida é Sua”






Um policial militar que foi atacado por um grupo de vândalos durante os protestos da última segunda-feira, 17 de junho, afirmou que entregou sua vida a Deus no meio da confusão.
O grupo depredava a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e cercou o policial Nilmar Avelino, 49 anos, há 28 na Polícia Militar.
“Nessas horas eu só pensei no criador. Naquela hora, eu falei assim: Senhor minha vida é Sua. Fiquei nas mãos de Deus”, afirmou em entrevista ao jornal Folha de São Paulo.
Após ser cercado pelos vândalos, Nilmar levou pauladas, chutes e pedradas e caiu desacordado. Imagens veiculadas por emissoras de TV mostraram o policial sendo arrastado por colegas para fora da área de protestos.
Socorrido, Nilmar Avelino levou 15 pontos na cabeça, e se recupera com hematomas por todo o corpo. “Era um cenário de vândalos. Tentei me proteger com o escudo para dar apoio aos outros policiais, mas acabei atingido e perdi a consciência. Eram muitas pedras jogadas contra nós”, narrou o policial, que não se lembra de muita coisa depois de ter caído no chão: “Eu vi quando um rapaz abriu os braços e gritou ‘deixa ele, deixa ele’. As pessoas que atacavam não eram manifestantes com ideais como os outros. Estavam fora de propósito”, resumiu.
Nilmar disse que naquela noite portava uma pistola .40, mas que em momento algum considerou a hipótese de usá-la: “Jamais sacaria a arma para atirar num manifestante”.
“Percorri toda a Avenida Rio Branco naquele dia e não houve nenhum tipo de incidente ou acidente. Tudo transcorreu dentro da normalidade. Oitenta por cento da manifestação ao meu ver foi pacífica. Uma minoria tomou caminho adverso”, lamentou o policial.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Pastor Marcos Pereira aparece abatido e visivelmente mais magro para primeira audiência sobre acusações de estupro








O pastor Marcos Pereira concedeu depoimento à Justiça na tarde de ontem, 17 de junho, na primeira audiência do processo por estupro movido contra ele pelo Ministério Público.
A audiência aconteceu na 1ª Vara Criminal de São João de Meriti, na baixada fluminense. Em seu depoimento, o pastor negou ter estuprado as vítimas e acusou pessoas ligadas à ONG Afroreggae de orquestrarem as acusações contra ele.
Aparentando estar mais magro e abatido, Marcos Pereira teve um novo pedido de liberdade provisória negado pelo juiz. Aproximadamente 200 fiéis da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD) compareceram ao local para acompanhar o depoimento e prestar apoio ao pastor.
As testemunhas de acusação disseram que se sentiam obrigadas a manter relações sexuais com o pastor porque o viam como um “homem de Deus”. De acordo com o G1, nenhuma das acusações foi comprovada pelos acusadores.
Em sua defesa, testemunharam a esposa do pastor, Ana Madureira Silva, e uma suposta vítima, que havia sido arrolada ao processo como acusadora, mas voltou atrás e se apresentou como testemunha de defesa.
Embora sua esposa e a segunda mulher tenham se retratado e retirado as acusações, uma resolução do Supremo Tribunal Federal (STF) impede que o processo seja anulado. O texto da súmula afirma ainda que “quando o estupro é cometido com violência real, a ação penal passa a ser incondicionada, ou seja, passa a ter como autor o Ministério Público, independentemente da vontade da vítima”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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“Cura Gay” – Pastor Marco Feliciano lembra eleições em 2014 e recomenda “juízo” ao governo: “está mexendo onde não devia”






A aprovação do projeto que visa regulamentar o tratamento de homossexuais por psicólogos, apelidado de “cura gay”, pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) na tarde de ontem, 18 de junho, gerou reações em desaprovação por parte de entidades como o Conselho Federal de Psicologia (CFP) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
O projeto de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO) é um decreto legislativo que prevê a anulação de uma resolução do CFP, que proíbe os psicólogos de atenderem a homossexuais que busquem ajuda para serem reorientados sexualmente.
O CFP publicou nota manifestando indignação pela aprovação do projeto na CDHM: “O que aconteceu na tarde desta terça-feira configura um episódio triste para a história brasileira, que enfraquece a luta pelos Direitos Humanos no Brasil e, consequentemente, a Comissão de Direitos Humanos e Minorias”, dizia trecho da nota.
Cynthia Ciarello, conselheira do CFP, afirmou ao jornal Folha de S. Paulo que espera que o projeto não siga adiante: “Nossa expectativa é de que na CCJ isso caia, porque entendemos ser inconstitucional a Câmara legislar sobre o exercício de uma profissão”, afirmou. “Os conselhos são uma autarquia pública e a resolução visa proteger a sociedade dos serviços dos profissionais, evitando preconceito e discriminação”, complementou.
Cynthia afirmou que a resolução do CFP não impede que psicólogos atendam homossexuais, apenas que a homossexualidade seja tratada como doença: “Não há nenhum impedimento de atender pessoas. O profissional está impedido em compreender o caso como de patologia”.
A OAB afirmou em nota que a aprovação é “mais um dos absurdos cometidos pela chamada de Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados [...] É lamentável uma proposição como essa justamente no momento em que o país assiste a uma mobilização social capaz de enfrentar práticas fundamentalistas e dar efetividade à defesa e garantia dos direitos humanos”.
Em discurso, após a aprovação do projeto na CDHM, o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) criticou a postura da ministra Maria do Rosário, da secretaria de Direitos Humanos, que é contra o projeto. O presidente da CDHM lembrou das eleições em 2014 e recomendou “juízo para a dona ministra”, pois ela “mexe onde não devia”.
“O governo sempre tenta barrar [projetos]. Isso acontece com todos os projetos, não é somente com esse. É o jogo político. Queria aproveitar e mandar um recado: dona ministra Maria do Rosário, dizer que o governo vai interferir no Legislativo é muito perigoso. É perigoso, dona ministra, principalmente porque ela mexe com a bancada [evangélica] inteira”, afirmou Feliciano. “A ministra falar que vai colocar toda máquina do governo para impedir um projeto. Acho que ela está mexendo onde não devia, senhora ministra juízo, fale com a sua presidente porque o ano que vem é político”, completou.
Maria do Rosário, no entanto, voltou a condenar a aprovação da chamada “cura gay”: “O projeto significa um retrocesso na medida em que não reconhece a diversidade sexual como um direito humano. Quando se fala em cura, se fala na verdade que as pessoas estão doentes”, disse Rosário, esquecendo que o termo “cura” é uma alcunha forjada pela mídia. “Somos cientes da responsabilidade de dialogarmos mais para que o projeto não venha a ser aprovado”, disse.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Protestos no Brasil: Líderes cristãos citam revoluções históricas e pedem reformas sociais profundas no país





Algumas lideranças evangélicas tem se manifestado a favor dos movimentos sociais que iniciaram protestos contra a corrupção e outras mazelas nos últimos dias, porém a adesão das igrejas ainda não é maciça.
Observando esse posicionamento, o reverendo Carlos C. Fernandes publicou em seu blog Cristianismo Subversivo um artigo em que critica a inércia, afirmando ser essa postura contraditória com a história do protestantismo.
“Que vergonha! Fomos adestrados pelo sistema. Vendidos ao capital. Transformados em lubrificante das engrenagens políticas. Somos qualquer coisa, menos protestantes. Nem sei se somos realmente cristãos. Em vez de subversivos, tornamo-nos subservientes. Afinal, dizem os porta-vozes da ‘ordem’, temos que nos submeter às autoridades”, lamentou.
Fernandes reclama das lideranças evangélicas que não incentivam as manifestações ou que se posicionam contra: “Se dependesse desses ‘protestantes’, os discípulos de Jesus jamais seriam conhecidos como ‘aqueles que subvertem o mundo’; Jesus nunca teria ‘vandalizado’ o templo em Jerusalém, derrubando mesas, soltando os bichos engaiolados, e tudo isso, munido de chicote; Lutero jamais teria ‘vandalizado’ o castelo de Wittemberg com suas 95 teses, insurgindo-se contra a autoridade papal; William Wilberforce nunca teria desafiado o regime escravagista inglês, provocando um efeito dominó que culminaria na libertação dos escravos nos Estados Unidos, no Brasil e no resto do mundo; Dietrich Bonhoeffer não teria desafiado o nazismo (ou Hitler não era uma autoridade?)”, diz, citando eventos históricos promovidos por protestantes.
“A ausência da igreja cristã nos protestos, o silêncio de sua liderança, ou mesmo, as duras críticas que alguns têm feito ao movimento, causam-me profunda tristeza”, resumiu o reverendo.
Outro que comentou as ações populares foi o pastor Ariovaldo Ramos, que contextualizou o clamor erguido pelos manifestantes: “O povo brasileiro está nas ruas. O povo não quer ficar à deriva do poder, quer direcionar o poder. O governo, como o fez a Presidenta, tem de admitir: o bem comum está sendo mal administrado. O Estado tem de se abrir para o controle social. Como? Isso tem de ser buscado. Uma forma deve haver. O povo está certo: quem tem de estabelecer as prioridades é a população. E mais, quem tem de ter controle sobre os gastos é a população, tudo tem de passar por controle social”, afirmou.
Para Ramos, Dilma Rousseff tem nas mãos a tarefa de conduzir o país rumo às mudanças necessárias para que a sociedade seja menos desigual: “Se a Presidenta souber ler este mover popular, saberá que, agora, é a hora de fazer todas as reformas que todos sabemos que precisam ser feitas: política, tributária, jurídica, partidária, eleitoral. O movimento não é contra alguém, o movimento é a favor do Brasil. Não pode mais haver espaço para a corrupção, para a exploração, para que o bem seja de poucos, em detrimento da maioria”, conceituou.


Por Tiago Chagas, para o Gospel+

[Vídeo] Pastora Cindy Jacobs profetizou derrubada da corrupção no Brasil durante Congresso do Diante do Trono; Assista






Os protestos generalizados Brasil afora, motivados pelo aumento das tarifas no transporte público e estendidos a diversas outras questões, como a corrupção, reforma tributária, educação e saúde, por exemplo, chamaram atenção para uma mudança de postura da sociedade.
Muitas pessoas usaram a frase “O gigante acordou” para compartilhar manifestações através das redes sociais, que tem sido um meio de organização dos protestos, mas também de expressão do povo cristão que não se conforma com a corrupção.
Diversos internautas tem compartilhado um vídeo em que a pastora e conferencistas Cindy Jacobs profetiza uma ação sobrenatural de Deus sobre o Brasil. A gravação aconteceu durante o 14º Congresso de Louvor e Adoração Diante do Trono, realizado em Belo Horizonte, no último mês de março.
Cindy Jacobs, estendendo a mão, afirma: “Assim diz o Senhor: estou dando ao Brasil uma segunda chance. Estou abrindo uma nova janela, diz o Senhor. E vocês começarão a orar, e se vocês não entrarem nessa janela eu vou abalar a economia”.
A profecia continua, convocando os fiéis a orar pelo país e mudar a postura da Igreja perante as questões sociais, e afirma que a transformação chegará aos “prédios públicos”.
“Assim diz o Senhor: ‘É o Meu desejo abater o principado da corrupção’”, profetiza Cindy Jacobs.
Assista:








 Por Tiago Chagas, para o Gospel+

A família e a igreja: lição 12 - EBD







Por Eliseu Antonio Gomes

"E todos os dias, no templo e nas casas, não cessavam de ensinar e anunciar a Jesus Cristo" - Atos 5.42.
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A família é o ambiente onde a pessoa se desenvolve como ser humano. Deus criou as famílias com a finalidade de executar o plano da redenção. Todas as instituições são formadas a partir delas, células-mães da sociedade.

O povo de Deus, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, foi formado a partir das famílias. Deus criou a raça humana através da primeira família, o casal Adão e Eva e seus filhos. Depois, através da conjunção carnal do casal Abraão e Sara separou uma nação para adorá-lo; e trouxe Jesus Cristo ao mundo por intermédio de Maria, contando com a fé e compreensão de José, que casou-se com ela e manteve  o Verbo Divino durante sua infância até chegar ao amadurecimento físico e psicológico em ambiente familiar.

É possível existir família sem a instituição física igreja, de maneira instável espiritualmente, correndo o risco de ser vencida pelas dificuldades e fracassar. Mas em termos humanos e terrenos a instituição física igreja, não tem condições de existir sem que haja o conjunto harmonioso de núcleos familiares.

Deus planejou a existência da Igreja, a Noiva do Cordeiro, antes da fundação do mundo. Ela surgiu entre os seres humanos no Dia de Pentecostes, quando pessoas estavam assentadas numa reunião de família, habitação de alguns discípulos de Jesus Cristo (Efésios 1.3-4; Atos 1.13; 2.2).

A palavra lar tem origem no Latim (lare), e tem elo com a palavra lareira, cujo termo remete ao fogão de cozinha. Nos três primeiros séculos da era cristã, os cristãos se reuniram em lares das famílias mais abastadas  para partir o pão e adorar a Deus. Provavelmente por causa das perseguições e pobreza, as comunidades não tinham condições de construírem templos (Atos 2.46; Romanos 16.5; 1 Coríntios 16.19; Colossenses 4.15; Filemon 2).

As famílias precisam cooperar para o crescimento saudável da Noiva do Cordeiro, que é composta de corações convertidos ao Senhor Jesus Cristo, e se consiste no organismo vivo e espiritual, independente de placas denominacionais.

Através da reunião das famílias no templo a igreja tem condições de realizar cultos. Arrecadar dízimos e ofertas, com o objetivo de manter o templo em boas condições para agregar os membros e visitantes, patrocinar missões transculturais e urbanas. O dinheiro entregue deve ser oferecido à igreja de maneira voluntária, como expressão da adoração, amor e gratidão ao Senhor.

No templo evangélico, as famílias recebem o alimento espiritual necessário, tem o apoio da "família de Deus" (Efésios 2.19). Recebe a exposição das Escrituras Sagradas, que é essencial a manutenção da fé em Cristo, recebe oração, participa de palestras e eventos pertinentes ao núcleo familiar, tem oportunidade de receber aconselhamento e visitas periódicas e ser capaz de viver neste mundo oferecendo bom testemunho cristão e sendo participante de todas as bênçãos divinas (Romanos 10.17).
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No Salmo 122, encontramos a expressão de alegria de Davi. Ele relata o prazer de sua peregrinação a Jerusalém (versículos 1 e 2), que era o centro espiritual e cívico da nação (3, 5), e estando no templo ele orava pedindo paz e prosperidade (6, 9).

O apóstolo Paulo ao instruir os membros da igreja local e visível sobre como deve ser a estrutura familiar, segundo a vontade de Deus, apresenta as figuras do marido e da esposa de maneira sublime, como a união entre Jesus Cristo e sua Igreja (organismo invisível), por seis vezes, nos fazendo perceber que as as instituições física e espiritual são associadas e interdependentes (Efésios 5.22-23).

As instituições família e igreja são quase que sinônimas. Há integração bastante forte. O que ocorre no lar reflete na congregação no templo. Se há harmonia nas casas dos membros, haverá reflexos positivos na espiritualidade das reuniões de culto e o contrário também. Jamais uma igreja será avivada se seus membros foram integrantes de lares que estiverem contaminados com os costumes do mundo. Só pode existir igreja forte espiritualmente se ela for composta por casais e filhos amadurecidos na fé em Cristo.

Através da harmonia da igreja com a família, o grande projeto de Deus, que é a salvação da humanidade é empreendido.
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E.A.G.

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Cientista cristão é demitido de universidade católica por acreditar que Jesus cura






Um cientista cristão foi demitido de seu cargo na Universidade Católica de Leuven, na Bélgica, por publicar vídeos em seu site pessoal com relatos de curas milagrosas através da fé em Jesus.
A demissão de Fernando Pauwels levantou um debate em torno da liberdade de expressão e a dimensão do secularismo na Bélgica, que ao lado da França tem se tornado um dos países europeu com maior desapego à fé.
Pauwels trabalhou por onze anos para o Instituto de Pesquisa para o Trabalho e Sociedade da universidade, e descobriu que a demissão ocorreu pela exposição dos vídeos.
“A Universidade viu alguns desses clipes de pessoas sendo curadas e dando seus testemunhos e os chamaram de ‘anticientíficos’. Se alguém me perguntasse: ‘Você quer um novo contrato? ’, eu diria ‘sim, claro’. ‘Você tem qualquer problema com seus colegas de trabalho?’ Eu diria `não, tudo está bem’”, afirmou, deixando claro que nem seu trabalho nem seu relacionamento com os colegas de serviço tinham sido prejudicados por sua fé.
Um dos membros do corpo docente da universidade, Rik Torfs, afirmou que “a liberdade de religião significa que as pessoas podem acreditar em qualquer coisa que eles gostam ou qualquer coisa pela qual eles se sintam atraídos”. Torfs disse ao site CBN News que se fosse eleito reitor da universidade, voltaria a contratar o cientista.
Enquanto isso, Fernando Pauwels disse estar tranquilo consigo mesmo, embora indignado pelo motivo usado para sua demissão: “Se eu fui demitido por causa de acreditar em algo não-científico assim, que Jesus Cristo ainda cura, eu estou bem com isso. Mas ainda é errado”. O cientista também acreditou que um dia, o próprio Jesus vai consolá-lo: “Um dia eu vou estar diante do Senhor e Ele vai dizer: ‘Bem feito. Isso é tudo o que importa. Isso é tudo o que importa’”.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

[Vídeo] Antes de morrer devido a câncer raro, menino emociona em depoimento sobre o céu: “As ruas são de ouro e Deus estará comigo”; Assista







O menino Silas Edenfied, de 4 anos, faleceu vítima de um câncer raro, aos 4 anos de idade. Mas antes de partir, Silas deixou uma mensagem emocionante gravada em vídeo, com a sinceridade e pureza típicas de uma criança.
No vídeo, gravado por sua mãe, Silas diz que ir para o céu faz parte de seu desejo: “Eu simplesmente amo o céu e queria estar lá o tempo todo”, diz.
O garoto ficou conhecido nos Estados Unidos através do Facebook. Seus pais montaram uma página na rede social chamada “Praying for Silas” (Orando por Silas), onde registravam as tentativas do menino de resistir ao hepatoblastoma, um raro tipo de câncer no fígado, que ataca crianças menores de três anos de idade.
O diálogo emocionante entre Silas e sua mãe mostra que o garoto sabia da gravidade de seu caso, mas não estava assustado.
-Você vai ter um novo corpo no céu?”, pergunta a mãe.
-Sim, responde Silas.
-Como seu corpo vai ser?
-Sem câncer… E eu nunca vou ficar doente!, responde Silas, animado.
-Você vai estar sozinho no céu?, especula a mãe do menino.
-Não. Deus estará comigo. Sabe qual é minha parte favorita sobre o céu? É que todas as ruas são de ouro. E minha segunda coisa favorita é que tudo é muito bom no céu… E Jesus e Deus estarão comigo!
Na página do Facebook, dias antes da morte do menino, os pais publicaram uma mensagem revelando que estava preparados para a perda. “O Senhor irá curar Silas, seja aqui na Terra, ou levando Silas para o céu onde ele receberá seu novo corpo e estará para sempre com Jesus! Seja o que Deus escolher, nós o glorificaremos! Silas não tem medo e está entusiasmado em ir para o céu e ganhar seu novo corpo. O Senhor nos diz para não termos medo porque Ele está conosco. Se Ele está conosco, não temos nada a temer”.
Após o falecimento de Silas Edenfield, a mensagem dos pais às 50 mil pessoas que curtiram a página “Praying for Silas” era de conforto: “Silas está em casa com o Senhor, sem mais sofrimento, sem mais dor. Ele está curado completamente”.
Agora, os pais de Silas Edenfield trabalham na arrecadação de fundos para contribuir com as pesquisas em busca da cura do câncer infantil, de acordo com informações do Christian Post:
Assista ao depoimento de Silas:





Grupos de gays se dizem contrários a casamentos de homossexuais








Vários países estão abrindo caminhos jurídicos para a aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo e outros já oficializaram este tipo de união.
Na França, apesar de inúmeros protestos, o primeiro casamento gay já foi realizado.
Após um decisão do Parlamento britânico, Inglaterra e o País de Gales também poderão realizar casamentos entre pessoas do mesmo sexo em breve.
No Brasil, em maio, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou que todos os cartórios do país sejam obrigados a habilitar, celebrar o casamento civil ou converter a união estável em casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Nos Estados Unidos, duas decisões que serão tomadas pela Suprema Corte nas próximas semanas poderão acelerar a aprovação dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo no país.
Apesar do forte ativismo dos americanos, muitos nos Estados Unidos são contra o casamento gay, e não fazem parte de comunidades conservadoras.
“Comprovadamente não é o mesmo que um casamento heterossexual, o significado religioso e social de uma cerimônia de casamento gay simplesmente não é o mesmo”, disse Jonathan Soroff.
Sorroff é homossexual e vive com seu companheiro Sam em Massachusetts, no leste do país.
Assim como metade de seus amigos, ele é contra o casamento de pessoas do mesmo sexo.
“Não vamos procriar como um casal e, enquanto o desejo de demonstrar compromisso pode ser louvável, as tradições religiosas que acomodaram os casais de mesmo sexo precisaram fazer algumas distorções razoáveis”, afirmou.
Para Soroff, que escreve para o jornal Improper Boston, o objetivo é igualdade e não vale a pena se prender apenas a uma palavra.
“Estive em alguns casamentos gays adoráveis, mas imitar o casamento heterossexual tradicional é estranho e não entendo porque alguém quer fazer isto. Não digo que as pessoas que querem não deveriam ter, mas, para mim, tudo o que importa é a questão legal”, afirmou.

Legalização

A questão legal mencionada por Soroff pode estar a caminho. Os nove juízes da Suprema Corte americana estão analisando se uma lei federal que não reconhece o casamento entre pessoas do mesmo sexo, e, por isso, nega a eles e elas os benefícios desta união, é inconstitucional.
Um segundo veredicto será dado em relação à legalidade da proibição do casamento gay na Califórnia.
Mas, para alguns homens e mulheres gays americanos, a aprovação do casamento gay seria uma vitória de uma instituição patriarcal.

Claudia Card, professora de filosofia da Universidade de Wisconsin-Madison, afirma que algumas lésbicas são contra esta união alegando razões feministas, pois acreditam que o casamento serve mais aos interesses do homem do que os da mulher.
A professora afirma que a questão do casamento é uma “distração”.
“Ativistas gays deveriam colocar suas energias em questões ambientais como a mudança climática, pois há uma chance de fazer diferença (de forma mais) moralmente defensável e urgente”, disse.
Legba Carrefour, que se descreve como um “homossexual radical”, chama o casamento gay de “um modo de vida destrutivo” que produz famílias destruídas.
“Estamos a apenas uma ou duas gerações de distância de filhos vindos de casamentos gays que também são lares desfeitos”, disse.
Para ele, uma prioridade maior para a comunidade gay é combater o aumento da violência contra transexuais.
“Não estou preocupado se posso me casar, mas se vou morrer na rua nas mãos de homofóbicos.”
Entre os americanos, o apoio ao casamento gay em geral já está acima de 50%, segundo o instituto Gallup, mas os números de aprovação na comunidade gay são mais difíceis de descobrir, pois os centros de pesquisa nunca fizeram tal levantamento.

União civil

Na Grã-Bretanha, o colunista do Daily Mail Andrew Pierce foi chamado de homofóbico por ser contra o casamento gay, apesar de sua longa história de luta pelos direitos da comunidade.
 Pierce acredita que as uniões civis, introduzidas na Grã-Bretnha em 2005 para garantir direitos iguais aos casais do mesmo sexo, já são o bastante.
“Nós temos casamento, é chamado de união civil e eu me alegro com o fato de que pessoas como eu, que são diferentes dos héteros, possam fazer algo que eles não podem”, disse.
Na França, homens e mulheres homossexuais se juntaram aos protestos contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, introduzido neste ano no país.
A ativista Yasmin Nair afirmou que, por muitos anos, a instituição conservadora do casamento nunca esteve em pauta entre os gays. Mas, se transformou em objetivo na década de 90, quando o movimento gay emergiu do choque da epidemia de Aids sem a sua antiga energia política.

Igualdade

Stampp Corbin, editor da revista LGBT Weekly, afirma que vê paralelos entre o ativismo gay atual e o movimento de defesa dos direitos civis nos Estados Unidos.
“Sou afro-americano e havia muitas coisas que a sociedade nos impedia de fazer. Quando éramos escravos, não podíamos nos casar, não podíamos nos casar com alguém que não fosse de nossa raça e, mais notável, não podíamos frequentar os mesmo locais que os brancos.”
“Então, quando ouço que os LGBTs falando a mesma coisa: ‘Não acho que gays e lésbicas deveriam se casar’, é diferente de escravos falando: ‘não acho que escravos deveriam ser capazes de se casar’?”
“É ódio internalizado, criado pela opressão. Porque você quer negar a uma pessoa que tem sua orientação sexual a capacidade de se casar? Ninguém está te obrigando a se casar”, afirmou.

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