Porque muitos blogueiros e teólogos não falam nada sobre o pecado da prática homossexual? Por Silvio Costa




Tenho analisado textos de escritores, blogueiros, teólogos e colunistas cristãos internet afora e pasmem, poucos manifestam posição na apresentação integral das Escrituras. Percebo uma crescente proposta de secularização da igreja, uma deteriorização de temor sem precedentes e o pior, uma tentativa de relativizar e até invalidar colocações cabais que a bíblia faz sobre o pecado. Tudo isso porque os modernos, descolados, inteligentes e diplomados “defensores do evangelho” tomam posições opostas a tudo o que conhecemos sobre o cristianismo sal da terra e luz do mundo. Estão de mãos dadas com o mundo, apoiando a movimentos liberais e tornando-se libertinos ao se calarem (e quem cala consente). Como forma de tentarem justificar suas insensatas posições de defesa ao que é abominável põe-se a atacar o que acham serem os bodes dentro do aprisco gospel, principalmente os pastores e políticos que estão na mídia.

Essa igreja nacional não está enferma só pelos descabimentos midiáticos de um evangelho da prosperidade ou por aparentes políticas utópicas, recheadas de ideais teocráticos (o que eu particularmente acho absurdo como proposta política). Está moribunda também pela existência de crentes membros da igreja de Laodicéia, mornos que não tomam posições diante do evangelho completo, porque sabem que ao fazê-lo perderão elogios rasgados, não serão mais acalentados pelos adeptos da “fé rosa” e nem mais compartilhados pelos milhares de leitores de seus textos pomposos. Percebe-se em suas composições textuais extremas subjetividades, ausência de pauta bíblica, achismos, apelação à polêmicas, generalizações, permutas ideológicas e daí bandeiras nada cristãs.

Se vocês acham razões para apontar pecados e descalabros das personificações evangélicas deste país por meio de uns poucos pastores e políticos, que mais parecem showman que ministros do Evangelho, ao menos também poderiam defender as posições claras das Escrituras ou nos demonstrar quais são as reais posições de vocês – mostrem-nos o zelo pela verdade, por todo conselho de Deus, além de serem arquétipos da crítica a personalidades evangélicas. Se quiserem – pois dá IBOPE, continuem a crucificar o Malafaia, a expurgar o Feliciano, a desdenhar da Marisa Lobo, a insultar o Júlio Severo; façam piadas do Macedo, deem risadas sobre o chororô do Valdomiro, sentenciem o David Miranda (eu não recomendo que dispensem esses tratamentos a ninguém). Mas por favor, manifestem vossa posição sobre o que é pecado, inclusive o homossexualismo. Apresentem a vossos leitores com amor tudo o que a bíblia diz sem meios e rodeios. Isso é posicionamento sobre o que a Palavra de Deus expressa e tem suas consequências, vocês topam?

É tempo de combatermos dentro do mundo cristão esse evangelho humanista que está forjando um deus moralmente manifesto na via única do amor; uma divindade reduzida à pura compreensão, complacente com toda a sorte de escolhas, prazeres e entendimentos do ser humano – esse não é o Deus que se revela na Bíblia. Preferem se levantar contra pastores e igrejas contribuindo com o descrédito aos evangélicos. Quem tem feito isso no Brasil? Os mesmo autores que ocupam 95% de suas produções intelectuais para se lançarem contra os poucos que tiveram coragem de se levantar nesse país pra gritar – aqui ainda é uma democracia! São os mesmos que não tendo coragem para admitir abertamente, acolhem de bom grado a teologia inclusiva, pois opinam e defendem pontos por demandas sociais e minorias, mesmo que para isso tenham que neutralizar a hamartiologia explícita das escrituras – tentam demolir um pilar doutrinário inteiro, menos é claro, os pontos que lhes convém para continuarem condenando e atacando aqueles que sem qualquer consideração rotularam de radicais, extremistas e fundamentalistas. Essa gente exige dos outros um amor que os próprios não manifestam.
Tenho analisado textos de escritores, blogueiros, teólogos e colunistas cristãos internet afora e pasmem, poucos manifestam posição na apresentação integral das Escrituras. Percebo uma crescente proposta de secularização da igreja, uma deteriorização de temor sem precedentes e o pior, uma tentativa de relativizar e até invalidar colocações cabais que a bíblia faz sobre o pecado. Tudo isso porque os modernos, descolados, inteligentes e diplomados “defensores do evangelho” tomam posições opostas a tudo o que conhecemos sobre o cristianismo sal da terra e luz do mundo. Estão de mãos dadas com o mundo, apoiando a movimentos liberais e tornando-se libertinos ao se calarem (e quem cala consente). Como forma de tentarem justificar suas insensatas posições de defesa ao que é abominável põe-se a atacar o que acham serem os bodes dentro do aprisco gospel, principalmente os pastores e políticos que estão na mídia.

Essa igreja nacional não está enferma só pelos descabimentos midiáticos de um evangelho da prosperidade ou por aparentes políticas utópicas, recheadas de ideais teocráticos (o que eu particularmente acho absurdo como proposta política). Está moribunda também pela existência de crentes membros da igreja de Laodicéia, mornos que não tomam posições diante do evangelho completo, porque sabem que ao fazê-lo perderão elogios rasgados, não serão mais acalentados pelos adeptos da “fé rosa” e nem mais compartilhados pelos milhares de leitores de seus textos pomposos. Percebe-se em suas composições textuais extremas subjetividades, ausência de pauta bíblica, achismos, apelação à polêmicas, generalizações, permutas ideológicas e daí bandeiras nada cristãs.

Se vocês acham razões para apontar pecados e descalabros das personificações evangélicas deste país por meio de uns poucos pastores e políticos, que mais parecem showmans que ministros do Evangelho, ao menos também poderiam defender as posições claras das Escrituras ou nos demonstrar quais são as reais posições de vocês – mostrem-nos o zelo pela verdade, por todo conselho de Deus, além de serem arquétipos da crítica a personalidades evangélicas. Se quiserem – pois dá IBOPE, continuem a crucificar o Malafaia, a expurgar o Feliciano, a desdenhar da Marisa Lobo, a insultar o Júlio Severo; façam piadas do Macedo, dêem risadas sobre o chororô do Valdomiro, sentenciem o David Miranda (eu não recomendo que dispensem esses tratamentos a ninguém). Mas por favor, manifestem vossa posição sobre o que é pecado, inclusive o homossexualismo. Apresentem a vossos leitores com amor tudo o que a bíblia diz sem meios e rodeios. Isso é posicionamento sobre o que a Palavra de Deus expressa e tem suas conseqüências, vocês topam?

É tempo de combatermos dentro do mundo cristão esse evangelho humanista que está forjando um deus moralmente manifesto na via única do amor; uma divindade reduzida à pura compreensão, complacente com toda a sorte de escolhas, prazeres e entendimentos do ser humano – esse não é o Deus que se revela na Bíblia. Preferem se levantar contra pastores e igrejas contribuindo com o descrédito aos evangélicos. Quem tem feito isso no Brasil? Os mesmo autores que ocupam 95% de suas produções intelectuais para se lançarem contra os poucos que tiveram coragem de se levantar nesse país pra gritar – aqui ainda é uma democracia! São os mesmos que não tendo coragem para admitir abertamente, acolhem de bom grado a teologia inclusiva, pois opinam e defendem pontos por demandas sociais e minorias, mesmo que para isso tenham que neutralizar a hamartiologia explícita das escrituras – tentam demolir um pilar doutrinário inteiro, menos é claro, os pontos que lhes convém para continuarem condenando e atacando aqueles que sem qualquer consideração rotularam de radicais, extremistas e fundamentalistas. Essa gente exige dos outros um amor que os próprios não manifestam.

Não aceitamos essa eisegese que torna espúria a manifestação escriturística da justiça de Deus, frente a qual todo homem terá contas a prestar. Percebe-se intolerância nos discursos e nas atitudes de quem mais pede tolerância. Exigem respeito, mas te ofendem se você simplesmente não concordar com suas posições contrárias ao Evangelho. Todo homem e mulher que não se arrependerem, confessarem e abandonarem suas práticas de mentiras, vícios, adultérios, fornicação, adultério, homossexualismo, lesbianismo, pedofilia, glutonarias, hipocrisia, ira, soberba e tantos outros pecados que as escrituras condenam irão para o inferno final – o lago de fogo e enxofre.

Essa pregação inclusiva, que se diz evangélica é a promulgação dos estatutos futuros do reino do Anticristo nessa terra e é uma negação das posições mais explícitas da bíblia contra as aberrações de conduta produzidas pelo pecado. Esse teologismo-gay à moda brasileira sob influências de esquerda e declínio espiritual europeu tende a crescer e a manifestar quem é a favor ou contra a pregação do verdadeiro e completo Evangelho. A discussão e o entendimento sobre homofobia no Brasil é pertinente e precisa avançar até ao ponto do respeito civil ser mútuo e que as leis não imponham privilégios a poucos, mas que garantam direitos e proteção iguais aos cidadãos brasileiros, independente de opção sexual, filosófica ou religiosa – é para isso que serve a dita laicidade do Estado. Mas, em matéria de bíblia a história é outra, e apelo aos leitores do texto à fixarem-se nesta linha. A bíblia condena o homossexualismo e não há teologia inclusiva, integral, semântica ou exegese que prove o contrário disso. A boa notícias é que Deus nos ama do jeito que somos a fim de nos transformar à Vontade Dele!

* As opiniões expressas nos textos publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores
e não refletem, necessariamente, a opinião do Gospel Prime.
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Autor(a)
Silvio Costa
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Não aceitamos essa eisegese que torna espúria a manifestação escriturística da justiça de Deus, frente a qual todo homem terá contas a prestar. Percebe-se intolerância nos discursos e nas atitudes de quem mais pede tolerância. Exigem respeito, mas te ofendem se você simplesmente não concordar com suas posições contrárias ao Evangelho. Todo homem e mulher que não se arrependerem, confessarem e abandonarem suas práticas de mentiras, vícios, adultérios, fornicação, adultério, homossexualismo, lesbianismo, pedofilia, glutonarias, hipocrisia, ira, soberba e tantos outros pecados que as escrituras condenam irão para o inferno final – o lago de fogo e enxofre.

Essa pregação inclusiva, que se diz evangélica é a promulgação dos estatutos futuros do reino do Anticristo nessa terra e é uma negação das posições mais explícitas da bíblia contra as aberrações de conduta produzidas pelo pecado. Esse teologismo-gay à moda brasileira sob influências de esquerda e declínio espiritual europeu tende a crescer e a manifestar quem é a favor ou contra a pregação do verdadeiro e completo Evangelho. A discussão e o entendimento sobre homofobia no Brasil é pertinente e precisa avançar até ao ponto do respeito civil ser mútuo e que as leis não imponham privilégios a poucos, mas que garantam direitos e proteção iguais aos cidadãos brasileiros, independente de opção sexual, filosófica ou religiosa – é para isso que serve a dita laicidade do Estado. Mas, em matéria de bíblia a história é outra, e apelo aos leitores do texto à fixarem-se nesta linha. A bíblia condena o homossexualismo e não há teologia inclusiva, integral, semântica ou exegese que prove o contrário disso. A boa notícias é que Deus nos ama do jeito que somos a fim de nos transformar à Vontade Dele!

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