Extremistas islâmicos do Boko Haram executam menino cristão porque ele poderia se tornar um pastor, relata sobrevivente




A filha de um pastor morto por terroristas do Boko Haram relatou a jornalistas detalhes da perseguição religiosa que os extremistas islâmicos tem feito aos cristãos na Nigéria. A menina, que sobreviveu ao ataque, agora está exilada nos Estados Unidos e disse que os radicais pretendem erradicar os cristãos do país.
Aos jornalistas, Deborah Peters revelou detalhes do diálogo entre extremistas, que cogitaram deixar seu irmão vivo após terem matado seu pai, que era pastor. Os jihadistas do Boko Haram, no entanto, optaram por matá-lo porque ele poderia se tornar um pastor ou missionário quando crescesse.
“Era 7:30 e três homens bateram na porta e perguntou onde meu pai estava. Eles o levaram ao banheiro e gritaram para ele negar sua fé. Ele disse que não o faria, e eles dispararam três vezes em seu peito”, narrou Deborah, 15 anos, que vivia num vilarejo em Chibok, uma das regiões da Nigéria mais atacadas pelos extremistas.
Depois disso, a adolescente de 15 anos afirmou que os homens debateram sobre o destino do menino, e chegaram ao consenso de matá-lo: “Eles atiraram no meu irmão duas vezes no peito e ele caiu”, disse Deborah.
O ataque contra esta família cristã aconteceu em 2011, e foi trazido à tona recentemente, durante um evento promovido pelo Instituto Hudson, nos Estados Unidos, de acordo com informações do WND.
Boko Haram, que significa “a educação ocidental é pecado”, é um grupo terrorista de radicais muçulmanos que pretendem transformar a Nigéria num estado islâmico. Atualmente, toda a comunidade internacional voltou suas atenções para as ações do grupo por conta de dois sequestros de quase 300 estudantes – em sua maioria cristãs – nos últimos 30 dias.

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