Obama recebe apoio em massa de muçulmanos nos EUA Por Julio Severo




De acordo com o BarbWire, uma pesquisa recente de opinião pública do Gallup revelou que, por margens amplas, os muçulmanos nos EUA são o grupo religioso com mais probabilidade de apoiar o presidente americano Barack Obama.
O Gallup revelou que 72 por cento dos muçulmanos nos EUA disseram que aprovam Obama.
Quem pode ficar surpreso com tal afinidade? Jeremiah Wright, pastor progressista que fez o casamento de Obama e foi seu conselheiro espiritual durante 20 anos, declarou que Obama era realmente muçulmano.
Parece uma mistura estranha e babilônica de muçulmano com protestante progressista com ativista gay. Mas os muçulmanos não estão nem aí com as confusões e incoerências de Obama, contanto que ele ajude a propagar a revolução islâmica — meta que ele e seu governo estão alcançando de forma espetacular. Quase todos os países muçulmanos moderados que tiveram recentes intervenções militares americanas acabaram virando palco da expansão das formas mais radicais e violentas do islamismo, com um “bônus” tenebroso: um rastro de matança de cristãos.
A admiração muçulmana por Obama é uma admiração tática.
Os muçulmanos não se importam que Obama imponha o homossexualismo em outros países, contanto que seja em Uganda, que é majoritariamente cristã, e contanto que não seja na Arábia Saudita, que é majoritariamente islâmica.
Acima de tudo, eles não se importam que ele seja totalmente confuso, contanto que continue propagando a revolução dos islâmicos radicais, que estão tendo caminho livre para trucidar multidões de cristãos.
Como eles poderiam estar insatisfeitos? Um presidente americano que escolheu como diretor da CIA um muçulmano, num momento histórico em que o islamismo agora ocupa o segundo lugar da religião mais predominante em 20 estados dos EUA.

Do que eles têm para se queixar? O número de mesquitas nos EUA não para de crescer.

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