Extremistas muçulmanos do ISIS têm decapitado crianças cristãs no Iraque, relata testemunha





 Qualquer que odeia a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem a vida eterna permanecendo nele. 1 João 3:15


Os extremistas muçulmanos do grupo Estado Islâmico (ISIS) tem decapitado crianças cristãs de forma sistemática e indiscriminada na cidade de Mosul, ao norte do Iraque.
A imprensa cristã internacional tem destacado o genocídio promovido pelos extremistas como um “novo nível de terrorismo”, com execuções em massa.
O portal Christian Headlines afirmou que o respeitado empresário caldeu-americano Mark Arabo foi testemunha ocular do massacre e narrou as cenas de terror, onde os militantes do ISIS penduraram homens, estupraram e mataram mulheres e decapitaram as crianças das famílias cristãs.
“Eles estão decapitando sistematicamente crianças, mães e pais… Na verdade, há um parque em Mosul que eles tem usado para decapitar crianças e colocar suas cabeças em uma vara” disse Arabo à CNN. “Este é um genocídio em todos os sentidos. Eles estão matando todos os cristãos que vêem”, acrescentou.
No começo da atual escalada de violência na região, os militantes do ISIS anunciaram que sua ofensiva visava o extermínio dos cristãos no país. Como resultado da ameaça, milhares de cristãos fugiram da região em busca de refúgio, e os poucos que permaneceram em áreas controladas pelos extremistas são forçados a se converterem ao islamismo ou são assassinados.
O empresário comparou a ação dos extremistas a um “holocausto cristão”, em referência ao genocídio de judeus promovido pelo regime nazista durante a Segunda Guerra Mundial.
Há relatos de que em algumas áreas, uma terceira via é ofertada aos cristãos do Iraque: pagar um alto imposto ao ISIS para não precisar negar a Cristo e se tornar muçulmano. Porém, o empresário Mark Arabo conta que isso na verdade é uma extorsão: “Depois de pagar a multa, eles [extremistas] tomam as esposas e filhas [dos cristãos] e as transformam em suas esposas. Então, ao final das contas, ou se converte [ao islamismo] ou morre. O mundo não tem visto um mal assim por gerações”, concluiu.

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