Famílias brasileiras querem legalização da educação escolar em casa Por Julio Severo




Um grupo de famílias fez uma viagem de 12 horas para estar em Brasília, a capital do Brasil, para comparecer a uma votação no Congresso Nacional sobre a educação escolar em casa. A votação foi adiada, mas a presença dessas famílias e seus filhos tocou muitos deputados.
Essas famílias, que estavam sendo patrocinadas pela ANED (Associação Nacional de Educação Domiciliar), prometem estar em Brasília de novo na próxima quarta-feira, quando haverá uma possível nova votação.
O atual governo brasileiro é controlado pelo socialista Partido dos Trabalhadores, e é hostil à educação escolar em casa. O governo passado do PSDB, do marxista Fernando Henrique Cardoso, era similarmente hostil.
A oposição ideológica do Partido dos Trabalhadores nos faz recordar do Partido dos Trabalhadores na Alemanha uns 80 anos atrás. Aliás, esse era o Partido dos Trabalhadores Nacional Socialista da Alemanha, também conhecido como Partido Nazista, que proibiu a educação escolar em casa na Alemanha na década de 1930. Depois da proibição, o ditador nacional socialista Hitler disse: “As crianças de hoje sempre serão os adultos do futuro. Por esse motivo, colocamos diante de nós a tarefa de inocular nossas crianças com o espírito de sociabilização em idade bem nova, numa idade em que os seres humanos não foram ainda pervertidos e portanto estão ainda intactos. O governo nazista tem as crianças como sua base e está se construindo para o futuro nessa base. E o governo nazista não dará suas crianças a ninguém, mas assumirá o controle delas e dará a elas a própria educação e a própria criação do governo.”
A lei de Hitler que proibiu a educação escolar em casa está em vigor na Alemanha ainda hoje. A Alemanha, que tolera muitos tipos de práticas e costumes muçulmanos radicais de seus imigrantes islâmicos, tem mostrado intolerância radical para com toda prática de educação em casa de pais cristãos.
A Alemanha está longe de um dos fundadores mais importantes da moderna língua alemã, Martinho Lutero, que disse: “Muito temo que as escolas comprovarão ser as grandes portas do inferno, a menos que elas diligentemente trabalhem para explicar as Santas Escrituras, gravando-as no coração dos jovens.”
Sobre o governo brasileiro, por que ele deveria imitar a conduta do governo alemão contra os pais cristãos? Sobre a presidente Dilma Rousseff, que era admiradora da União Soviética, por que ela deveria manter a lei que proíbe a educação escolar em casa? Por que o governo dela deveria perseguir os pais cristãos que educam os filhos em casa de um modo cristão?
A União Soviética não mais existe. Na Rússia de hoje a educação escolar em casa é legal. Em minha reunião pró-vida e pró-família em Moscou dois meses atrás, um dos mais proeminentes líderes da educação escolar em casa no mundo me disse que a Rússia tem vários currículos de educação em casa. Na Rússia de hoje, não é crime educar os filhos em casa. Por que no Brasil é?
A CBN News, do Pat Robertson, noticiou que a Rússia “é uma das nações mais livres para educar os filhos em casa.”
“Temos completa liberdade de educar em casa na Rússia, em termos de legalidade,” disse Pavel Parfentiev, líder pró-família na Rússia.
“A Federação Russa é mais ou menos uma campeã de direitos humanos nessa área específica. Por isso, é evidente que penso que a Rússia é um bom exemplo para a Alemanha e Suécia onde os adeptos da educação em casa são perseguidos,” disse ele para a CBN News.
Se Dilma admirava muito a velha Rússia, por que ela deveria admirar menos a nova Rússia? Ela deveria permitir a educação escolar em casa e até imitar uma lei russa que proíba a propaganda gay para proteger as crianças.
Ela não deveria imitar a Alemanha, que pratica intolerância para com os pais cristãos que educam os filhos em casa, mas tolera de forma extrema os radicalismos islâmicos.
Dilma deveria fazer uma viagem a Rússia e aprender lições básicas de liberdade, proteção e escolhas educacionais para as crianças.
Ela deveria proibir a propaganda homossexual, não a educação escolar em casa, para crianças e adolescentes.

Versão em inglês deste artigo:
Brazilian Families Want Legal Homeschooling

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Por que todos os cristãos precisam abraçar Israel





Exclusivo: Joseph Farah luta contra os que buscam “deslegitimar” as profecias da Bíblia

Joseph Farah
Acho preocupante e desconcertante quando vejo cristãos que sugerem que Israel não tem mais importância ou conexão com a fé deles. Vamos examinar a argumentação da Bíblia em favor da volta dos judeus à sua pátria, volta que não só a Bíblia prediz, mas também ordena. Manda. Sem o cumprimento das profecias, a fé cristã em si é castrada.
* “Com certeza Yahweh demonstrará sua compaixão para com Jacó; ele tornará a escolher Israel e estabelecerá seu povo em seu próprio território. Os estrangeiros se unirão a eles e farão parte da descendência de Jacó. Pessoas de várias nacionalidades irão com os israelitas para o seu território, a terra de Yahweh. E a descendência de Israel possuirá os povos como servos e servas na terra do SENHOR. Farão escravos aqueles que antigamente eram seus donos, e dominarão sobre aqueles que antes foram seus opressores.” (Isaías 14:1-2 KJA)
* “Assim, confirmarei o juramento que fiz a vossos pais de dar-lhes uma terra que jorra leite e mel, exatamente a terra que possuis hoje!’” Então respondi: ‘Amën’ é verdade, ó SENHOR!” (Jeremias 11:5 KJA)
* “Porque assim declara Yahweh, o Soberano Deus: Eu mesmo buscarei as minhas ovelhas e delas cuidarei pessoalmente. Assim como o pastor busca as ovelhas dispersas quando dedica-se ao cuidado do rebanho, também tomarei contra das minhas ovelhas. Eu as livrarei de todos os lugares para onde foram dispersas, no Dia de nuvens ameaçadoras e de trevas. Eu as farei sair do meio das outras nações e as reunirei, trazendo-as dos outros povos e regiões para viverem em sua própria terra. Então as apascentarei no alto dos montes de Israel, nos vales e em todos os povoados do país.” (Ezequiel 34:11-13 KJA)
* “Pois os israelitas ficarão muito tempo absolutamente solitários: sem rei, sem príncipe, sem sacrifício e suas coluna sagradas ao deus Baal, sem efód, o colete sacerdotal e também sem os terafins, os ídolos do lar. Contudo, passados esses dias, o povo de Israel retornará e se empenhará em buscar a Yahweh Elohim, e ao descendente de Davi, seu rei. E, nos últimos dias, eles correrão aflitos e tremendo atrás de Yahwehe das suas bênçãos!” (Oséias 3:4-5 KJA)
* “Então trarei de volta Israel, o meu povo expatriado terá nova sorte, eles haverão de reconstruir as cidades a partir de suas ruínas e nelas habitarão em paz. Plantarão vinhas e beberão do seu bom vinho; cultivarão pomares e comerão do seu fruto. Assim haverei de plantá-los no seu território, para nunca mais serem desarraigados da terra que lhes outorguei!” Assegura Yahweh, o seu Elohim, Deus.” (Amos 9:14-15 KJA)
* “Contudo, no alto do monte Tsión, Sião, haverá livramento, e lá estarão todos os que escaparam; e ele será santo, e a descendência de Jacó possuirá a sua herança.” (Obadias 1:17 KJA)
* “Nessa época, atuarei severamente contra todos os que te oprimem; salvarei os aleijados e ajuntarei todos os dispersos. Farei com que sejam honrados e respeitados em toda a terra onde foram envergonhados. Então, naquele tempo vos reunirei; naqueles dias, Eu mesmo vos trarei de volta para casa. Eu vos darei a honra e o reconhecimento entre todos os povos da terra; quando, enfim, Eu restaurar a vossa sorte e trouxer vossos cativos de volta, diante dos teus próprios olhos!” Garante Yahweh, o SENHOR.” (Sofonias 3:19-20 KJA)
* “Assim garante o Eterno Soberano: “Salvarei minha gente, libertando-os das terras do Oriente e das terras do Ocidente. Eis que Eu os trarei, e eles habitarão em Jerusalém; eles serão o meu povo, e Eu serei o seu Elohim, Deus, em ‘emeth: verdade, lealdade e justiça!” (Zacarias 8:7-8 KJA)
Eu poderia continuar mostrando muitos outros versículos. Aliás, em Jeremias 23:7-8, temos a promessa de que esse reajuntamento dos judeus em Israel será um dia visto como um milagre maior do que o Êxodo: “Portanto, vêm dias”, diz Yahweh, “em que não mais se dirá: ‘Juro pelo Nome do SENHOR, que tirou os israelitas da terra do Egito; mas se dirá: ‘Juro em o Nome do SENHOR, que trouxe os descendentes de Israel da terra do Norte e de todas as nações para onde os deportou.’ E eles viverão na sua própria terra e herança!”
Ainda muito mais importante para os cristãos, porém, é o fato de que nossa própria salvação ocorre por meio das promessas aos judeus. É por isso que é tão chocante para mim que encontremos esse tipo de ilegitimação dos profetas vindo da igreja. Veja Romanos 11. Conforme Paulo escreveu, pela fé em Jesus, ou Yeshua, um judeu, somos “enxertados” nessas promessas.
O que é também interessante é Isaías 11, que profetiza ainda outro ajuntamento dos judeus na terra prometida — um ajuntamento que acompanhará a volta do Messias, que os cristãos conhecem como Jesus, ou Yeshua, Seu nome hebraico.
A propósito, a Bíblia deixa também claro isto: Quando Yeshua voltar, será para Israel (Zacarias 14:4).
E quando Ele voltar, todo o Israel será salvo (Romanos 11:26).
Quanto da Bíblia você está disposto a ignorar? Afinal, os cristãos não aceitam Jesus, ou Yeshua, como o Salvador do mundo e o Filho de Deus porque Ele cumpriu as profecias? Por que na Terra faríamos alegorias das profecias da Bíblia sobre a volta dos judeus a Israel?
O que vemos hoje no Estado de Israel é outro cumprimento necessário — aliás, um cumprimento espetacular — necessário para a volta do Messias, ou o Cristo. O que vemos em Yeshua é o cumprimento pessoal de tudo o que os profetas predisseram com relação à salvação.
Por que alguém que se considera cristão buscaria deslegitimar essas profecias?
Por que alguém que se considera cristão buscaria negar as palavras dos profetas — os mesmos profetas que predisseram a vinda de nosso Salvador e Sua volta?
Qual é a base da fé cristã sem as palavras dos profetas?
Deus é o mesmo ontem, hoje e amanhã. Ele não renega Suas promessas. Sua aliança com os filhos de Abraão é eterna, e a base da fé cristã é compreender que nós, os gentios, somos “enxertados” nessa promessa por meio do sangue de Yeshua.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Why all Christians should embrace Israel

D. Pedro II: o único governante do Brasil que amava os judeus Posted: 03 Dec 2014 02:09 PM PST




Prof. Renato Dasg
Comentário de Julio Severo: É uma grande honra para o Brasil ter tido em D. Pedro II um governate que admirava e respeitva o povo judeu. Pena que as gerações seguintes de presidentes brasileiros nunca seguiu os passos do grande monarca brasileiro. O uso do termo “progressista” em referência a D. Pedro II não é sobre esquerdismo, mas suas ideias avançadas.
Dom Pedro II
Certamente, o político mais honesto e progressista que o Brasil já teve, D. Pedro II, Imperador do Brasil de 1841 a 1889, notório por imensa cultura e interesse por diversas áreas do conhecimento humano, era poliglota e falava inclusive o hebraico.
É de seu governo a primeira Lei contra preconceito em nosso território: “ninguém pode ser perseguido por motivo de Religião, uma vez que respeite a do Estado, e não ofenda a Moral Pública”.
Nosso Imperador, incentivador da educação e saúde brasileiras, autor de um projeto de absorção sócio-econômica dos negros livres graças à abolição da escravatura, em 1888, prestes a ser colocado em prática e abortado pelo golpe da república, participava de diversas academias de ciências e letras, sendo eleito membro da Academia Francesa de Letras tornando-se imortal.
O amor do monarca pela língua hebraica, estudada durante toda a sua vida com dedicação ímpar, nasceu durante a juventude. Foram seus mestres rabinos e professores judeus, tanto no Brasil quanto no exterior. O domínio do hebraico era tão contundente que Pedro de Alcântara falava, lia, ouvia e escrevia na Língua Sagrada.
A motivação imperial centrava-se no interesse de ler a Bíblia no original, na religião judaica e nos hábitos culturais do Povo do Livro, além de ser uma forma de apagar os atos de crueldade cometidos por seus antepassados, reis de Portugal, durante o período da Inquisição.
Quando marechal Deodoro da Fonseca, através de uma ação covarde e traidora, decretou a 15 de Novembro de 1889 por meio de um golpe militar de estado o fim do período imperial numa quartelada quase sem força política e nenhum apoio popular, o início de um período republicano ditatorial, destituindo o último imperador e maior estadista brasileiro, Dom Pedro II, teve de partir em exílio para a Europa. O Brasil de Império independente e progressista tornava-se uma República retrógrada dependente de várias nações por iniciativa própria e sem recursos para sustentar a imensa onda políticos que visavam os próprios interesses e que até hoje continuam no poder. Com semelhança de fatos, Sua Majestade cotejou seu exílio com o exílio judaico e fez de seu objeto de estudo conforto para seu sofrimento aprofundando seu conhecimento da gramática e literatura hebraicas.
Contudo, seu interesse pelo povo judeu despertava a curiosidade todos e, por ser a sociedade preconceituosa, foi, em numerosas ocasiões, ridicularizado. Em um artigo publicado em 1872, o escritor antissemita português Eça de Queiroz, autor de “Os Maias”, deixa passar sua repulsa contra os israelitas ao debochar de D. Pedro: “Sua Majestade, conhecido pela modéstia nos costumes e nas iguarias que impõe no Palácio Real, tem na verdade uma gula especial e única: a língua hebraica. (...) Só sabe balbuciar ‘hebraico’. Certa vez, quando recebido com pompa nos palácios reais ingleses e solicitado a exprimir suas vontades e preferências, exclamou querer conhecer a comunidade judaica inglesa. Os oficiais da recepção tiveram a ridícula idéia de levar um Imperador a uma sinagoga. Rodeado por bufos judeus imersos em suas orações, pôde deglutir D. Pedro, com muita curiosidade e satisfação, porções inúteis sem fim de hebraico”.
Todavia, Sua Majestade não se contatava com a dedicação passiva. Foi autor de um livro de gramática hebraica, em francês; traduziu do hebraico para o francês a canção “Had Gadiá”, da Hagadá de Pessach, por compreender que a canção reflete a essência da justiça divina e seu poder sobre a vida e a morte.
Ainda se preocupou em traduzir para o francês, três cânticos litúrgicos antigos datados do século XVI ou XVII, que costumavam ser entoados nas festas de Brit Milá e Purim por algumas comunidades na Provença Francesa.
Em seu livro “Poésies Hébraïco-Provençales du Rituel Israélite Comtadin. Traduites et Transcrites par S.M. Dom Pedro II D’Alcantara, Empereur du Brésil. Avignon 1891” publicado com as traduções, D. Pedro expôs na introdução a história das canções e seu valor literário, para que seus leitores pudessem captar a luminosidade oculta nos tesouros da literatura hebraica.
No prefácio, confessou seu amor pela língua hebraica e descreveu as gradativas fases de seu estudo, mencionando com reverência os nomes de seus professores de hebraico: seu primeiro mestre o judeu sueco Akerblom, que vivia no Brasil; o segundo Dr. Heining; depois, Dr. Koch e, por último, Dr. Christian Seybold.
A respeito da publicação de D. Pedro II, a crítica literária judaica mundial afirmou que “nenhum de nossos homens de letras teve a idéia de salvar do esquecimento e da perda estas peças do folclore judaico, até que veio o Imperador brasileiro e coletou-as, interpretou-as, traduziu-as e publicou-as, com total fidelidade aos originais”.
Durante o exílio real em Paris, entre 1889 e 1891, D. Pedro II estabeleceu laços de amizade com intelectuais e escritores hebraístas e judeus. Um deles, Ephraim Deynard (1846-1936), em carta aberta, destacou o conhecimento da língua hebraica pelo Imperador, “Desta forma Sua Majestade destacou-se e gravou seu nome, em letras luminosas, na história e no coração do povo do D’us de Abraão. Esta saudação é-lhe dirigida por dezenas de milhares de filhos de Israel, pela grande honra que Sua Majestade conferiu a este povo antigo por ter estudado sua língua”.
Durante suas viagens à Europa, D. Pedro tinha o hábito de visitar sinagogas. O Imperador entrava incógnito e se sentava junto à porta, como se fosse um visitante pobre. Em algumas sinagogas, quando pensavam que fosse judeu e lhe destinavam a honra de ler na Torá e lhe perguntavam seu nome e de seu pai, D. Pedro II dizia quem era na verdade, respondendo humildemente que não era judeu. Em 22 de setembro de 1876, ele esteve na sinagoga de Odessa, Rússia, e se impressionou com a bela melodia das orações. Em demais ensejos, Sua Majestade costumava rezar com o sidur, livro próprio de orações em hebraico, assim sempre soube quando se levantar e o que dizer, acompanhando atentamente a liturgia.
Há um relato que em certa vez, no ano de 1871, na Grande Sinagoga de Great Portland Street, em Londres, se identificou após ser confundido em ser judeu, mas, mesmo assim recebeu a confirmação do convite de Leitura da Torá. D. Pedro fez o ritual da “subida” à Torá proferindo as respectivas bênçãos em hebraico e até mesmo traduzindo os versículos que havia lido. Logo após, diante dos presentes, emocionou a todos declarando: “Levarei comigo, em meu coração, o selo da Torá de Moisés, e suas palavras pairarão para sempre diante de meus olhos”.
Em dezembro de 1876, D. Pedro foi à Terra Santa, participou com os judeus das orações de sexta-feira à noite, no Muro das Lamentações. Foi, provavelmente, nesta viagem que o Imperador adquiriu os rolos da Torá, hoje tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e expostos no Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro. Pesquisadores israelenses consideram estes rolos da Torá como os mais antigos existentes no mundo, datando do século XIV ou XV.
A sinagoga mais antiga do Rio de Janeiro, a Shel Guemilut Hassadim dos marroquinos, em Botafogo, foi fundada durante o seu Império.
Por fim, D. Pedro II faleceu em Paris no dia 5 de dezembro de 1891. No texto publicado pelo jornal HaTsfirá, A Sirene, editado em Varsóvia, na Polônia, em língua hebraica, escreveu o redator a respeito da vasta cultura de D. Pedro II e seu especial interesse pela língua hebraica, ressaltando o fato de o Imperador do Brasil saber e falar fluentemente o hebraico: “Bem aventurados aqueles que viram D. Pedro II, Imperador do Brasil, e ouviram-no falar na língua sagrada. Bem aventurados todos aqueles que o saudaram e foram por ele saudados”.
Divulgação: www.juliosevero.com

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