O Cristão pode fazer Tudo o que quer? - Paulo Junior - COMEPE 2015

Assunto Proibido nas Igrejas! - Paulo Junior







Publicado em 24 de ago de 2016
A punição dos condenados no inferno é tão eterna como a felicidade dos justos no Céu. A punição dos perdidos mortos em pecado é descrita através da Escritura como “fogo eterno” (Mateus 25:41), “fogo que nunca se apagará” (Mateus 3:12), “vergonha e desprezo eterno” (Daniel 12:2), um lugar “onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga” (Marcos 9:44-49), um lugar de “tormentas” e “chamas” (Lucas 16:23-24), “eterna perdição” (II Tessalonicenses 1:9), um lugar de tormento com “fogo e enxofre” onde “a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre” (Apocalipse 14:10-11) e “lago de fogo e enxofre” onde os ímpios “de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre” (Apocalipse 20:10). O próprio Jesus indica que a punição no inferno é eterna, e não meramente a fumaça e as chamas (Mateus 25:46).


Quantas vezes você ouviu um sermão de uma hora sobre o inferno?
É proibido falar do inferno na igreja?
O Pr. Paulo Junior tocou no assunto neste vídeo.

Versículos do Dia 23/12/2016






Porque conheço as suas obras e os seus pensamentos; vem o dia em que ajuntarei todas as nações e línguas; e virão e verão a minha glória. Isaías 66:18

Para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação; Efésios 1:17

Livros de metal descobertos na Jordânia trazem registros importantes sobre o ministério de Jesus Por Tiago Chagas - 23 de dezembro de 2016




As descobertas arqueológicas ao longo dos anos permitem rascunhar parte do que não foi registrado nos livros e confrontar o que se conhece para conferir sua coerência ou divergência dos fatos históricos. Um conjunto de 70 livros de metal, descobertos em 2008, é agora a mais nova fonte de conhecimento sobre o ministério de Jesus.
Para muitos arqueólogos, a descoberta desses livros – em uma caverna na Jordânia onde os cristãos do primeiro século se abrigaram após a queda do Templo de Salomão, no ano 70 d. C. -é a mais importante da história do mundo moderno.
As páginas dos livros são conhecidas como códices, e foram fabricadas a partir de chumbo fundido e unidas por anéis do mesmo material. Eles forma uma espécie de manuscritos encadernados, e trazem informações de que Jesus não havia iniciado uma religião própria, mas sim, um movimento de restauração de uma tradição milenar do rei Davi.
Nos escritos há também, segundo informações do Daily Mail, registros que dão a ideia de que, entre os seguidores de Jesus, Deus era tratado como masculino e feminino, e que durante um culto promovido pelo próprio Jesus no Templo, a face de Deus foi revelada. Em um desses livros de metal, há a presença dos nomes dos discípulos Pedro, Tiago e João.
O casal de pesquisadores David e Jennifer Elkington têm trabalhado para fazer os livros – encontrados pelo israelense Hassan Saeda – serem reconhecidos como legítimos, já que os testes realizados indicam que o material tem aproximadamente dois mil anos de idade.
Roger Webb e Chris Jeynes, professores da Universidade de Surrey, na Inglaterra, afirmaram que o conjunto de livros não contém radioatividade, o que indica que o processo de molde do chumbo não foi feito com as técnicas modernas.
O Departamento de Antiguidades de Amã, na Jordânia, submeteu os livros a testes e também chegou à mesma conclusão sobre a idade, apontando uma idade possível entre 1.800 e 2.000 anos.
Hugh Schonfield, um judeu messiânico estudioso da teologia cristã, foi um dos estudiosos que esperavam pela descoberta de livros de metal, devido a outros indícios existentes em descobertas anteriores e o contexto histórico. Ele comentou algumas das informações encontradas nos livros: “A parte da mais antiga tradição do Templo era o Divino Feminino, conhecido pelos cristãos como Espírito Santo. Jesus tinha mulheres envolvidas em seu ministério […] No auge de seu ministério, os Evangelhos nos dizem que Jesus desafiou os cambistas no templo. Os códices parecem revelar o que aconteceu depois — um capítulo que faltou nos Evangelhos”, afirmou, fazendo referência ao registro de uma celebração dirigida pelo próprio Jesus e com a manifestação divina.
“Parece que o cristianismo foi fundado com base no que Jesus fez no templo: um lugar onde muitos judeus acreditavam que Deus literalmente residia. Jesus entrou no templo para renovar a aliança com Deus”, pontuou.
Logo que foram descobertos, os livros foram vistos com cautela e certo ceticismo por muitos especialistas, porque há muitas pessoas querendo encontrar provas materiais dos dois primeiros séculos da era cristã, mesmo sendo difícil dado que o número de fiéis a Jesus Cristo era muito pequeno, talvez menor que sete mil pessoas no ano 100 d. C., e eles conviviam com os judeus.

PALAVRA DADA EM 22/12/2016 POR DEUS NA CÉLULA ACOLHER E AMAR 2






A figueira mirra


18De manhã cedo, quando voltava para a cidade, Jesus teve fome.
19Vendo uma figueira à beira do caminho, aproximou-se dela, mas nada encontrou, a não ser folhas. Então lhe disse: "Nunca mais dê frutos!" Imediatamente a árvore secou.
20Ao verem isso, os discípulos ficaram espantados e perguntaram: "Como a figueira secou tão depressa?"
21Jesus respondeu: "Eu asseguro que, se vocês tiverem fé e não duvidarem, poderão fazer não somente o que foi feito à figueira, mas também dizer a este monte: 'Levante-se e atire-se no mar', e assim será feito.
22E tudo o que pedirem em oração, se crerem, vocês receberão".

Versículos do Dia





O SENHOR reina; regozije-se a terra; alegrem-se as muitas ilhas. Salmos 97:1

Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai; Lucas 1:32

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